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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Aparecida: religiosa

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Origem do nome Aparecida: latina.
Características: Você é generosa, sensível e participa de trabalhos coletivos. É arrebatada e dinâmica em tudo que faz. Por ser bem-sucedida sempre ajuda quem precisa sem medo que lhe falte algo.
(fonte: aqui, em obs.)

Aparecida, é quase uma santa, vamos combinar. E aqui vou tecer comentários de três, entre tantas, Aparecidas que fazem ou fizeram parte de minha vida. Uma já faleceu... que Deus a tenha.
Pausa para momento confissão/revelação sobre quem é uma das Aparecidas referenciadas: EU. Arrááá, um ou outro não sabia desse babado, né? Mas então, eu me chamo Rosana Aparecida, sacaram? Mas ai de quem fizer gracinha e ficar me chamando de Aparecida ou Cidinha, de agora pra frente. Se eu quisesse ser chamada de Rosana Aparecida eu mesma anunciava esse querer. Então, recolham-se às suas insignificâncias (sempre desejei escrever "recolha-se à sua insignificância"... iurúúú) e continuem com o Rosana Tibúrcio que tá de bom tamanho.
Acrescento, por minha conta e risco, uma característica não tão positiva, desse nome: tolerância zero. Não falo só por mim. As duas outras Aparecidas - por muito tempo melhores amigas de minha vida - sempre tiveram estopim curto, também... Cuidem-se!!!
Sou Aparecida sim, mas e você que se chama Ramona, Fábia, Cremilda? Uhhh, tomou!!!!


Deixando a criancice de lado e voltando ao momento científico e culto da série em questão, vou destrinchar esse meu nomito. 
Por partes, tal qual o Jack.
Generosa, sim somos, as três Aparecidas referenciadas nesse post. Abro um parêntese pra informar que minha intenção é falar de quem conheço ou penso conhecer bem nessa minha nova série (adoUUUro esses detalhes quase solenes).
Voltando... nossa vida, das três Aparecidas, sempre foi ajudar os outros, cuidar, fazer favores. Sovinice nunca fez parte de nosso caráter. Nós somos "dadas" (damos mais que chuchu na serra... hauahauhs).
Sensível, também, somos. Propaganda de margarida é temática dolorosa, por vezes
Agora, trabalhos coletivos. Eu não participo de trabalhos coletivos (até na faculdade eu preferia trabalho individual hahaha), apesar de desejar, não movimento uma palha pra altruísmo social. Das outras duas não sei nada sobre esse detalhe, pode ser...
Arrebatada! MedA. É... é a nossa cara. O tal ímpeto que por aqui é ímpio é uma constante... Sai da frente que lá vamos nós...
Dinâmica - somos também. Uma dessas Aparecidas foi minha colega no primeiro emprego e no curso de Pedagogia; a outra foi minha colega no ensino médio. Sei do que falo.
Por ser bem-sucedida - peraí que vou rir um pouco - ajuda quem precisa. Eu pelo menos passei bem longe  de ser bem-sucedida. Na época que era, ajudava sim, com gosto. A que foi minha colega de serviço é... e merece ser. Fui ano passado na casa dela em Bsb. e percebi in loco esse sucesso profissional da minha amiga. Tudo de bom.
A outra, nos momentos de sucesso profissional, também, ajudava a todos, sem medo de ser feliz.


Acrescentaria, ainda, outras características - aquelas mais negativas e que não vendem quadros personalizados - que somos todas, muito ciumentas, noveneiras, cheias de manias (hahahahaus então, foi daqui que vieram esses tocs todos), organizadas, dominadoras, repressoras, corretas nos compromissos financeiros e sem muita paciência com gente preguiçosa e nhem nhem nhem.  

Aparecida: religiosa (??) só se pelas novenas todas que sempre gostamos de fazer. Haja promessa, sacrifício, porque no mais... sei não!!
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Doze complicações "senzalísticas"


Doze coisas complicadas em virtude da minha senzala intelectual, executada no meu lar doce lar. Trabalhar por conta própria e na própria casa não é facil não seujão.
Vamos lá:
1. receber visitas a qualquer hora do dia;
2. alguém chegar e te falar: hummmm, tá na internet, né? (não pedro bó...);
3. parar a senzala intelectual (SI) para executar a senzala doméstica (SD), como, por exemplo, fazer o próprio almoço;
4. receber ligações telefônicas e o "ligador" achar que cê não está fazendo nada
(papo vai, papo vem... uma coisa infernal); 
5. saber que as delícias da net estão aqui, pertinho, mas você nem sempre pode desfrutá-las;
6. cliente achar que pode ser atendido a qualquer dia (foda-se o domingo, sábado e feriado, cê é pobrinha, tá? é o que eles pensam, só pode);
7. seguindo a linha do cliente citado no item seis, um ou outro achar que pode vir sem ligar marcando horário; (o trabalho em casa aparenta intimidade, seria isso? ãhãnn, claudia, senta lá...);
8. suportar o barulho da vizinha que não sabe até hoje que mora numa área residencial e pensa que pode gritar com os filhos e cachorro como se morasse num circo, zoológico, mato ou afins;
9. não ter férias convencionais;
10. não saber o quanto vai receber mensalmente;
11. lidar com caloteiros;
12. Suportar o barulho infernal, da furreca velha, desse outro
vizinho fdp.
Alguém perguntará: mas havendo doze complicações senzalísticas como você aguenta?
Há alguns facilitadores, mas depois falo sobre eles, é que hoje estou um tanto "impada". Posso? Obrigada!!!!

sábado, 22 de maio de 2010

Posso reclamar? Obrigada!!!!

Dois meses, mais ou menos, de muiiiiiito trabalho. Bom, né? Também achei. Não posso reclamar. Disso eu não posso reclamar, eu bem sei. Disso não!!!!

Toda sorte de clientes: os chatos, os muito chatos, os super chatos.
Porém, ainda bem, apareceram uns clientes bacanas, motivadores, generosos, carinhosos, inteligentes, confiantes, beeeem confiantes. Resumindo: a turma dos bons foi bem maior que a dos ruins. Inda bem, disso eu não posso reclamar, eu bem sei. Disso não!!!!

No que eu terminei meu último trabalho, na sexta-feira à tarde, eis que mando o danado, via e-mail, pro cliente, vou pra um banho, daqueles dos deuses, dos merecidos.
Aliás, banho de tirar tinta do cabelo, porque nesses tempos de senzala intensa, eu fiquei metade Papai Noel, metade cor do bigode do Hitler (mas isso é papo pra outro post).
Lavo até a alma... e lá do banho, eu pensando, fazendo meus "pranu": quero nem saber de trabalho no resto dessa sexta-feira, nem amanhã, nem no domingo... nem... só volto ao trabalho na terça-feira (já tem trabalhinho novo, graças!!). Não posso reclamar, né? Disso não posso!!!

Agora, (continuei conversando com meus botões), ao ir na net, vou ler os 995 mil e-mails do meu outlook, ir ao twitter, ler os blogs da vida e lá pela segunda-feiro vou organizar meus arquivos de textos, trabalhos e fotos... ou seja: primeiro a diversão, depois um trabalhinho necessário, trabalho pra mim mesma, não posso reclamar... Gosto de organizar minhas coisinhas. Disso eu não posso reclamar, pensei!!!

Saí do banho, animadinha... e vim pra cá.
Você entrou na net??? Por que eu não. Cadê monitor? Pifado!!! Liguei pra loja de amiga, ela manda funcionário com um monitor "emprestado", digamos assim, e aí??? Não era só o monitor pifado. Tudo pifado!!! Ao que me parece foi uma queda de energia, só pode, porque do nada, nada estraga assim, com uma pessoa no banho, né minhas gentes???
Até agora, não sei o que há com meu micro, HD, sei lá mais que merreca.
Sei que o monitor não existe mais, que preciso comprar um novo. Não sei se vou me ferrar só nele ou por ele, sei que tô irritada, contrariada, chateada, me sentindo super, mega azarada, muito pê da vida, a propósito.

Posso reclamar??????????? Disso eu posso reclamar, disso eu posso e preciso reclamar sim. Dá licença??? Obrigada!!!!!!
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Adendo.: de onde teclo? Do micro de meu sobrinho maravilhoso, Luís Carlos, muito gente boa, filho de minha irmã Nelma, melhor ainda. E mais, a minha outra irmã, a Denise, também me ofereceu o micro dela. De família? De família eu não posso reclamar, graças a Deus!!! Disso eu não posso reclamar!!!

terça-feira, 30 de março de 2010

Tolerância zero

Esse babadinho que inventei de fazer um abecedário reflexão tem mexido muito comigo, de certa forma.
Sempre soube que não era assim, muito perfeita. Tirando algumas características - como: obstinação (essa dedicada à Marininha, mas eu também sou uma obstinada), lealdade, justeza (uma busca constante e quase sempre consigo) honestidade, fidelidade, dedicação, civilidade -, as outras que se referem àquele aspecto de pessoa mais paciente, por exemplo, eu não tenho. Sim, sou paciente pra com quem tá aprendendo, mas é quase só pra isso.
Paciência pra quem ainda não sabe, bom repetir, porque explicar milhões de vezes, o mesmo, faz com que minha intolerância chegue ao mais elevado grau.
Nesses últimos dias tenho sido pura cobaia. O teste é: até quando vou suportar? Porque a coisa não tá mole não... definitivamente, minha tolerância é zero.
Sai do meu pé, Mané!!!

sexta-feira, 26 de março de 2010

Sinceridade existe ou é uma utopia?

De novo volto ao tema verdade x mentira; sinceridade x política de boa vizinhança ou seja lá que nome se dá a isso.
Autêntico, sincero e verdadeiro. As pessoas conseguem ser assim o tempo todo ou a maioria do tempo?
Du-vi-dê-o-dó e mastigo 355 mil giletes com veneninho de rato e sem aguinha, pra ajudá-las a descer goela abaixo, se alguém me apontar um ser humano que seja 100% sincero.
É, estou irritada! Ímpio elevado à miléssima potência.
Irritadíssiiiimaaaaa, a propósito... e twitter - lugar que encontrei pra, de vez em quando, reclamar umas coisas - é pouco pra mim. Preciso e tenho que deixar essa minha irritação registrada no Outras Trilhas.
Na verdade eu queria ter só um pouquinho mais de coragem e falar um monte de "verdades" pra cliente que acabou de me dizer "você promete uma coisa e depois não cumpre". E olha que dizem que eu não tenho "papas na língua" (nem sei se escreve esse trem assim, depois eu vejo...rs). Mas falei menos que quis e precisava, pra me sentir aliviada.
Eu ouvi isso, minhas gentes "que não cumpro o que falo"; da mesma cliente que veio acertar comigo o pagamento da primeira parcela com quase o valor do serviço todo e disse que eu havia estipulado aquilo (dãnnnn). Devia ter recebido, certo? Eu nunca falei aquele valor pra ela.
Agora, faz favô: minhas falas ecoam erradinhas no ouvido da sujeita e sou eu quem não cumpre o prometido? Que faço? Compro uns bons metros de corda ou alguém tem outra sugestão?
Pronto, desabafei.
Obrigada!!!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Sua verdade? Engula!!

Alguém poderia me dizer qual seria a atitude mais correta a ser tomada em relação a algumas pessoas que cismam verbalizar "verdades " a nosso respeito?
Não importa se essa verdade é bacana ou não para a nossa vida; se pensam ou não o melhor para nós.
Explico.
Nesse final de ano senti que meu nome andava nas bocas de Matildes-Tibúrcios-e-Silvas com uma firmeza tão longe da realidade vivenciada por mim que me causou um certo espanto.
E eu, não sendo burra, graças a Deus, percebi que as frases ouvidas nos dois dias, de duas pessoas diferentes, não foram construídas ali naquele diálogo; elas já estavam nas cabeças dos sabichões há muito tempo.
Como assim, as pessoas traçam qual melhor caminho devo seguir, profissional ou não, sem saberem o quanto de sal eu como todo dia?
Na “verdade” do primeiro dia percebi uma ignorância quase cultural de quem pensa saber o que seria melhor para mim; exatamente o quê realizei na minha vida e por que não realizei mais (você não fez a coisa completa... hô hô hô ...) ô dó, só rindo!!
Na “verdade” do segundo dia percebi uma puta (perdão da palavra, mas não cabe outra aqui) ignorância, bem específica, da realidade da minha vida. O que é pior, inclusive.
Seria preciso, por exemplo, eu andar com algum documento na testa indicando o valor da grana que não tenho, das contas que tenho pra pagar, para uma ou outra pessoa deixar de imaginar o que é melhor pra mim sem, ao menos, conhecer a minha verdade?
Resolver a vida do outro é fácil, sobretudo, se pensamos saber o que o outro realmente vive, passa, sente, tem, planeja...
Nos dois casos eu não estava pedindo opinião de ninguém, a propósito. Se tivesse, qualquer merda ouvida era "bem feito" pra mim. Quem mandou pedir conselho? Porque existe a história da gente pedir conselho e depois reclamar da “verdade” (mas isso é papo pra outro post).
Minha reação aos fatos, alguém adivinha? Impaciência total!!! Puro ímpio!!!!
Agora, se alguém tiver uma receita mais eficaz permito (nesse caso, veja bem, tô pedindo uma opinião e contando fatos) que me dêem.
E agradeço!!
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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

“I”, in, im e ir, em professor*...


Para os “saberes necessários à prática educativa**” - de acordo com Paulo Freire, em sua “Pedagogia da Autonomia” - é preciso que o professor tenha uma série de qualidades que faz com que ele seja indispensável à formação de qualquer pessoa, não é mesmo minhas gentes?
Educar não é fácil não, eu bem sei disso; o babadinho é mais complicado do que se imagina. Eu penso que o professor precisa ser inspirado, pois “ensinar exige alegria e esperança”; ser inteligente, pois “ensinar exige pesquisa”; ser intenso, pois “ensinar exige comprometimento”; ser imparcial, pois “ensinar exige estética e ética”; ter intuição, pois “ensinar exige bom senso” e, dentre mais outras tantas características boas, ser isento de culpa, pois “ensinar exige tomada consciente de decisões”.
Creio que o professor ideal deve ter essas características que acabei de citar, mas infelizmente há uma série deles que não corresponde a essa imagem e faz de seu aluno verdadeiro saco de pancada.
Essa “categoria” de maus professores vai do pré-primário à faculdade, podem acreditar. Homens e mulheres que se vestem da profissão de educador e são imbecis, impacientes, inacessíveis, incapazes, incoerentes, incultos, insensíveis, irracionais e irresponsáveis. Muitos se acham com o rei na barriga, verdadeiros detentores do saber.
O pior de todos os defeitos de um professor é a incompetência. Faça-me o favor!!! Professor incompetente me provoca verdadeiro “ímpio”. Ele se acha sempre o certo, parece que usa uma viseira e não enxerga além do umbigo e do espelho. Tenho birra de profissionais assim. Bacana mesmo é aquele professor que carrega dentro de si e de seus ideais a vontade de aprender com o educando. Esses eu idolatro: para sempre.
Parabéns ao professor educador pelo dia de hoje e por todos os outros dias, pois ele é imprescindível ao desenvolvimento de qualquer pessoa ou pais.
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*O post é também uma homenagem à minha mãe que era professora e faria anos hoje, se viva.
*essas e as outras citações são do livro "Pedagogia da autonomia" (vide imagem da capa), de Paulo Freire, o Educador maior.

sábado, 1 de março de 2008

Gente sem noção: momento desabafo.

Mexer com gente é foda, mas não me resta alternativa melhor, já que tenho medo de bicho. De todos eles: cachorro, gato, papagaio, coruja, tudo...
Estava eu aqui, trabalhando na boa e concentrada ao extremo e ouço uma voz vinda lá de fora: "Rosanaaaaa."
Uma conhecida dos tempos da faculdade.
Toda agitada - o que é absolutamente normal naquela pessoa - veio "determinar" que eu fizesse um projeto pra ela, sem perguntar se eu podia, se havia como: "simples, com duas páginas, só para eu cumprir prazo".
Mas não é assim que a banda toca, minha gente. A coisa não é tão simples assim.
Pra se fazer um projeto científico, seja ele do tamanho que for, é preciso ler, estudar, organizar textos e idéias. Nada pode ser feito assim, à moda caralho...rs
"É, vou viajar hoje, preciso entregar isso no sábado que vem e pararáss..." disse a fulana. Pedi pra ela anotar num caderno o tema desejado, e outras informações como: nome, faculdade, curso etc.
Diante do tema exposto eu fiz umas perguntas, como, por exemplo: "o quê exatamente você quer responder com essa pesquisa?" A princípio, ela não soube dizer, mas disse em seguida: é uma mulher inteligentíssima.
Aí, depois dessas respostas e eu já sabendo exatamente o que ela desejava do meu trabalho, ela me perguntou quanto cobro.
Adendo: quem me conhece já sabe, não gosto muito de fazer trabalhos para outros, prefiro orientar, fazer revisões e ajustes, mas elaboro também, pois necessito de dindim pra viver.
No que eu disse quanto cobro, e que não importava muito ser uma página, duas ou quinze e que essa quantidade, pouco diminuiria meu preço, a mulher mudou de "determinação" e disse: "vou mandar um e-mail para eles pra ver se tem como eles mudarem essa data e depois entro em contato com você."
"Então eu não tenho nenhum tipo de compromisso com você?" perguntei.
Ela: "não, só pra você se inteirar do assunto, caso eu não consiga uma nova data."
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Dá licença, mas tem gente que é totalmente sem noção. Se é tão fácil e simples fazer um projeto, se é tão barato, que façam, mas não torrem a paciência.
Pensando aqui numa nova forma de trabalhar, começou assunto eu já determino: "dê cá uma nota de cinqüenta que é pra consulta."
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É, e a mulher saiu daqui sabendo o que é uma problematização e o que são hipóteses...e outras coisas: pós-graduada, sem custo algum pra ela!!
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