sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
Um beijo pro Jô!!!
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Tutorial pros "zamigo": modo A
Em 4 de agosto de 2013.
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| Figura 1 - identificando quem manda nessa bagaça: EU. |
Vamos por partes. Neste post eu vou ensinar o "Modo A", que é executado por meio do programa torrent. O modo B será direcionado a outros programas e depois faço rapidinho (só que não) um segundo post. Aguardem!!
A vantagem do torrent é que ele já baixa direto sem aquele nhe-nhe-nhem de copiar letras que nunca copiamos como precisam ser copiadas e sem aquela história de que já baixou num sei quantos episódios e, então, é preciso esperar mais de uma hora. Enfim...
Parto do princípio que todos têm os programas torrent e format factory que eu MANDEI baixar já faz um tempo e que, também, avisei que não tem como ensinar isso procês porque tenho MEDO de baixar programas. Tá rindo de quê? E vocês que são
Gente, o Taffa lyyndo me ensinou como faz para baixar o torrent. Vejam o que ele me mandou: "Tem como baixá-lo em diversos sites, mas o melhor é mesmo pelo site oficial. Ao entrar nesse link, clique num botão grande e alaranjado escrito "Obtenha o uTorrent". Na próxima tela, é só clicar em "Download gratuito", logo acima de "uTorrent gratuito". Pronto. O download já se inicia e você tem a certeza que o programinha é o correto porque está baixando diretamente do site do fabricante dele."
E sobre o format factory ele ensina assim: "O Format Factory também pode ser encontrado em um site oficial. Quando acessá-lo, procure por um botão azul e pequenino, com uma setinha apontando pra baixo e a palavra "Download" escrita, logo abaixo de "Version 3.1.0". Na próxima página, praticamente no mesmo lugar onde estava o botãozinho azul e pequenino, aparecerá um botão azul de download bem maior logo e abaixo de "Site principal". Há também outras formas de baixar, mas a primeira opção já funciona corretamente. Basta clicar neste botão e pronto: o Format Factory também começa a ser baixado."
Fiz um tanto de figuras para explicar e preciso que elas totalizam um número que seja múltiplo de 5, pois tenho TOC e tal. Portanto, uma ou outra figura seria dispensável. MAS EU NÃO QUERO!
Fiquem atentos e mergulhem, de cabeça, nesse aprendizado que é lindo!!! haushaushuahsu muahhh
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| Figura 2: mergulho no saber - clap clap clap... |
Então eu chego lá, dou um Ctrl + F, aparece essa janelinha que tá marcada na Figura 3 e eu digito o nome da série que quero baixar. Palmas pra mim, porque sou linda e ensino TUDO. Grata!!
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| Figura 3 - como achar o que vocês querem - clap clap clap pra mim |
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| Figura 4: escolha do episódio |
ATENÇÃO, não precisam mais usar isso aqui não, pois o site que eu usava quando fiz o tutorial foi desativado e nesse AQUI não tem esse babadinho. Não vou retiras a gravurinha porque tenho TOC e tal... E você que é feio???
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| Figura 5: autoexplicativa e, provavelmente, sem utilidade |
Ahhhhh lembrando geeentee que é só clicar em cada uma das figuras que elas aumentarão, caso alguém
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| Figura 6: fechar janela que não vai servir pra nada |
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| Figura 7: hora de localizar pasta downloads macacada. |
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| Figura 8 - localizando arquivo zipado. |
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| Figura 9- como extrair o trem aí.. |
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| Figura 10: TENSO!! |
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| Figura 11: vamos rezar... |
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| Figura 12: momento sério, prestenção!!! |
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| Figura 13. observem o caminho das formigas seus malandros... |
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| Figura 14: mundo mágico... |
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| Figura 15. de volta á pasta downloads |
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| Figura 16: momento emoção |
Num momento qualquer aí eu perguntei ou pensei, sei lá, se vocês são organizados ou têm TOC, certo? porque acredito que vocês já devem ter separadinho uma pasta com os nomes das séries onde vocês vão arquivá-las, né? Assim espero!!!
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| Figura 17 - usar botão direito do mouse |
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| Figura 18 - pastas organizadinhas pras séries Muahhhh |
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| Figura 19 - de volta ao passado |
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| Figura 20 - recortar, colar |
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| Figura 21 - renomear arquivos. |
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| Figura 22 - oiam só que belezura |
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| Figura 23 - abrir programa format factory |
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| Figura 24 - format factory aberto e vocês felizes cantando |
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| Figura 25 - hora de transformar arquivo baixado para AVI |
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| Figura 26 - Localizando arquivo |
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| Figura 27 - bota um ok aí, gente |
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| Figura 28 - inciar a transformação para AVI |
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| Figura 29 - momento de procurar agulha em palheiro |
Meus amores, o Taffarel Brant explicou direitinho sobre esse FFOutput, lá nos comentários. Vão lá procês aprenderem.
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| Figura 30 - pasta FFOutput |
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| Figura 31 - Oiam só coisa linda. De mim, claro, já cabelo crescido e tal... |
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| Figura 32 - deixando só o arquivo AVI |
Gente, eu NÃO SEI porque acontece isso. Mistériooooo.... hôhôhô
O Taffa explicou isso também, minhas gentes, lá nos comentário. Vão lá!!
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| Figura 33 - verificando as legendas. |
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| Figura 34. Fim, ou não... |
Fiquem com o lindo desenho de minha grandona Marina*, vulgo Nina Reis - ela sim, sabe fazer esses trem - como prova de minha boa vontade e de meu amô. Observem que eu estou no centro, gorda e de cabelos brancos. Linda que só!!! Espero que vocês quatro: Heloisa, Helô, Jéss e Limão possam representar os demais
Beijos, me ligam!!!
34. O gatinho da Jéss... hahahahahaah morrendo de rir aqui. Minha correntinha com a cruz... os brincos da Helô...
Eu pedi pra Marininha colocar um chaveiro ou um livro na mão da Heloisa e um limão ou várias sementes na do Limão... hahahaahahahahahaha Ela não me obedeceu!!
35. FIM!!!
* Quem mesmo fez a Marina??? EU!!! Eu sou muito boUUUa!!
Tá, tive uma pequena colaboração do pai dela, tudo bem...
domingo, 30 de setembro de 2012
Turbilhão de ideias
Na verdade, muito mais que a falta de tempo o que tem me faltado, mesmo, é uma certa coordenação de ideias.
É tanto que quero dizer: impressões sobre a velhice que culminou na decisão de deixar meus cabelos naturalmente brancos; medo absurdo do futuro; rasteiras da vida; discussões sem razão que presencio nas redes sociais e que me deixam, além de cho-ca-da, com vergonha alheia; clientes e trabalhos interessantes; detalhes que me foram contados recentemente de um passado que não deveria ter mais importância, mas que sedimentou essa mágoa que faz parte da Rosana que sou hoje; postagens da minha "série livro"; as conversas que travo sozinha, porque sozinha passo a maior parte do tempo de minha vida atual; a luta para abandonar alguns TOCs e a aquisição de outros; e, por fim, a perda recente da minha ídola Hebe Camargo.
Esses e outros temas mexeram e mexem comigo e sobre eles quero dizer, só que eles estão todos juntos, num turbilhão profundo em minha cabeça e coração. Tudo muito, mas muito desordenado. Aí não consigo me expressar de forma interessante. Interessante, para mim, a princípio. Se for para quem me lê, melhor ainda.
E aí, traço agora, como numa promessa e de forma ordenada, dois objetivos a serem alcançados por mim o mais rapidamente possível, porque sei, eles me farão bem: ajustar sentimentos e impressões sobre tudo que citei e mais outras coisas; postar bem bonitinho todo esse turbilhão, só que de forma bem harmoniosa, que é como deve ser para quem se propõe a manter uma Banca como esta.
Torçam por mim!!!
terça-feira, 29 de maio de 2012
Dona de casa desesperada
Não há como fugir: depois dos cinquenta anos até você se acha "ruim da cabeça", diminui os créditos à fatalidade e se castiga por qualquer deslize. Não tem jeito.
Vamos aos fatos.
Estava euzinha aqui, de boa, fazendo o almoço do dia sem nem pensar que "aimeuDeustáfácilnão". Não estava cantando, mas também, não estava chorando. Normal.
Aventalzinho amarado, paninho de mão no ombro e tudo estava indo muito bem. Estava. Lavei as mãos pela quinta vez ou pela quinta vez, vezes qualquer número (oi TOC), fui pegar a toalha pra enxugar as danadas e... cadê, toalha, cadê? Olhei pro meu ombro de novo (dessa vez 'olhei com as mãos'), pro lugar de origem, pro balcão, pra mesa, pro fogão, pros banquinhos e nada. Esses eram os lugares mais prováveis para eu achar o maldito pano - necessariamente nessa ordem.
Respirei fundo, me lembrei da Bree, a personagem mais fria e meticulosa de Desperate Housewives - a série que tá bombando minha vidinha de dona de casa desesperada (oi??) e pensei: como Bree faria numa situação tensa como essa? Certamente ela ficaria parada repassando, mentalmente, todos os lugares por onde andou, assim que começou o almoço e, certamente, ela se lembraria onde havia deixado o maldito pano fdp. Pensei como ela, mas não agi como ela.
Fui desesperada aos cômodos da casa por onde eu havia ido nas últimas duas horas, mesmo tendo começado o almoço uns quinze minutos só. E aí eu revirei almofada da sala de TV, vim aqui no computador olhar as cadeiras e onde fica o telefone, fui no meu quarto. Nada. Pensei: epa, peguei cenoura e beterraba na gaveta da geladeira. Abri a geladeira, abri a gaveta... e foi aí que começou a me dar uma suadeira danada só de me imaginar esquecendo um pano na gaveta de uma geladeira. Mas né? Não fiquei satisfeita e voltei aos cômodos todos.
Até aí tudo bem, mas ao chegar no meu quarto eu abrir o meu armário, minhas gentes. Vocês têm noção do que isso representa para mim??? Como assim, eu colocar um pano de cozinha - usado - no meu armário. Só por que abri o dito cujo para pegar um diadema pra segurar os cabelos? Mais suadeira de pânico. Mas não foi pânico de achar o pano lá, foi pânico de pensar que eu me vi capaz de fazer uma coisas dessas.
Pensei também, e aí eu dei risada sozinha: se eu fosse daquelas pessoas impressionadas com alma penada, sascoisa eu tava era correndo (meu Deus, me livre de um dia chegar nesse nível de senilidade. Amém).
Aí voltei pra cozinha e pensei (porque eu penso, sacanaram, né?), mas dessa vez meio que de forma definitiva: uma hora eu acho e haverá uma explicação para esse mistério.
Pronto! Achei o pano na hora. O fdp caiu do balcão e ficou entre os bancos que ficam do lado da copa.
Francamente, nunca me imaginei com tanto receio de ficar demente.
Mas depois dessa... vou esfriar minha cabeça e relaxar um pouco. Não é hora mais de mudar, ficar concentrada ao extremo, fazer tudo tão certinho, porque jamais serei uma dona de casa perfeita, aliás, nem gosto muito desse meu papel - vivo-o por circunstâncias. E mais, quem nasceu Rosana jamais será Bree.
Tô mais pra Susan, a trapalhona da série cuti cuti. Que aliás, recomendo
domingo, 11 de março de 2012
O lixo no lixo
| Arquivo: Rosana Tibúrcio |
E nessa do desapego eu fiz mais que isso: coloquei meus pés no chão pra carregar e lavar estantes. Ficar com sola de pé sujo não é o que mais amo em minha vida. Laurinha e eu lavamos as danadas. Olha, contar procês viu? Fácil não!!! A da casinha tava uma coisa absurda...
Em seguida, abri meus armários daqui da sala do micro e revivi mais de dez anos de trabalho, exatos quatorze anos e sete meses. De papéis da minha franquia (blocos de pedidos de livros e quadros, e-mails trocados com a ir[responsável] pela franquia no Brasil) a monografias e artigos de tudo que é assunto, mas tudo mesmo.
Antipatia ao pegar envelopes de clientes chatos e péssimos pagadores; saudade ao me deparar com os nomes de clientes amorosos, delicados, honestos, agradecidos. Uma bela constatação: nesse tempo de trabalho pós-bb eu tive a sorte de me deparar com mais pessoas do bem.
Foi como se eu vivesse novamente o momento em que aquela cliente entrou aqui em casa, bastante ansiosa e prestes a desistir da pós-graduação porque "nunca vou conseguir escrever uma monografia, Rosana, nunca." Ela chegou com os braços cheios de papéis e uma cara de desespero e saiu leve, com todas as instruções que pude dar para prosseguir nas leituras e na elaboração do texto. E quando voltou com parte dele escritinho, voltou leve, com sorriso na cara e bolo de coalhada na vasilha. Tomamos aquele café. Ficamos amigas e ela foi aprovada, com nota bacana.
E me lembrei daquele outro cliente que conversou comigo, de fora do portão, pedindo que eu formatasse o trabalho dele "pelo amor de Deus, Rosana, não achei mais ninguém" e eu, mesmo sem tempo, decidi recebê-lo, peguei o trabalho, labutei de madrugada, cobrei meu preço e ele me pagou em dobro. Em dobro. Ele nem sonha do que me salvou. E o cara era, como se não bastasse, um gatão, minhas gentes...
E tem as outras duas de uma mesma cidade e que vinham toda quinta-feira para eu orientar e traziam os textos prontos para eu avaliar, biscoitos, risos e, algumas vezes, lágrimas. Elas que se tornaram nossas amigas e que, num dia qualquer, ao desabafar, uma dela chorou no ombro de Marininha.
E a do "parto humanizado", muito mais que esse tema, hoje uma de minhas mais amadas amigas pra todo o sempre, que em meio aos papéis que me mandou, via sedex, para eu ler e corrigir, havia um presente pra nós três (Laura, Marina e eu).
E a que me contratou pra revisar/formatar todos os trabalhos da pós e me pagava adiantado e melhor que todo mundo???
E são tantos, e tantos e tantos clientes bacanas que me deu vontade de guardar os papéis deles, mas não vai ser preciso. Lembrarei de cada uma dessas criaturas do bem... sempre, sempre mesmo.
Nesses sacos de lixo joguei o que tava em excesso e "simbolicamente" os maus clientes. Deles quero nem me lembrar. E depois foi só lavar meus pés (doeu muito não...) e tudo começou a ficar mais limpo.
Os livros e revistas? Continuam espalhados na mesa/cama/sapateiro esperando as estantes ficarem prontas.
| Arquivo: Rosana Tibúrcio |
| Arquivo: Rosana Tibúrcio |
| Arquivo: Rosana Tibúrcio |
As estantes? Não foram ainda pintadas, estão como nas fotos. Mas amanhã resolvo isso ou não me chamo Rosana Tibúrcio.
| Arquivo: Rosana Tibúrcio |
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Reforma na vida
Obs.: melhor família do mundo é a minha.
domingo, 12 de setembro de 2010
Onze de setembro é para sempre...
Quase impossível alguém não se lembrar, exatamente, onde estava, com quem e o que fazia quando soube daquela calamidade.
Eu me recordo que havia chegado mais cedo da faculdade; estava no meu quarto, quando o telefone tocou. Era meu namorado na época, que gritava desesperado (o que não era, propriamente, uma novidade... mas isso seria papo pra outro post, que me recuso a fazer, aliás...) ao telefone dizendo mais ou menos assim: ligue a TV agora e veja o que está acontecendo em Nova York.
Sem nada entender, "obedeci"...
Ao ver a primeira cena - do segundo avião batendo na torre - senti uma vertigem na hora. Chamei quem estava na casa (a ajudante e não me recordo se as duas filhas ou só a Marina) e foi aquele bafafá. Fomos pra sala de TV e, naquele resto do dia, ninguém fez mais nada nessa casa...
Sempre quis muito que fosse tudo mentira... e ontem, assistindo ao filme que passou na Globo, vendo Laurinha chorar com as cenas e sufoco dos policiais, fiquei pensando no quanto deve ser triste e sem graça fazer aniversário em onze de setembro. É ficar sempre em segundo plano.
Onze de setembro pra aniversariante é – guardada as devidas proporções – ser coadjuvante, como se é em 25 de dezembro; só que o Natal indica renovação, esperança, fé e mais infinitas coisas boas...
Por outro lado, onze de setembro é negro, mau, pavoroso e, para sempre... Pena!
sábado, 4 de setembro de 2010
Noves fora zero: do que eu não tenho
domingo, 18 de julho de 2010
"Y"es, eu gosto - top 5 televisão
1. Bom dia Brasil. Confesso, não sou ninguém sem assistir esse jornal. AdoUUUro. Posso levantar mortinha, mas assisto ao jornal e até sou capaz de voltar pra cama. Porque gravar jornal não rola, né minhas gentes??
2. De frente com Gabi. Porque, Marília Gabriela entrevistando, não tem pra ninguém. Amo num grau... (como dizem as mocinhas bem sucedidas do twitter); melhor agora que posso assistir no SBT, porque no outro canal lá que ela trabalha, a pessoa aqui não tem acesso (ou seja, a pessoa aqui é pobre haushaus).
3. Programa do Faustão - poco de rir com as tiradas de Faustão. Tá, ele é chato, atropela todo mundo, é repetitivo, mas quem disse que eu gosto de gente não chata? Eu sou uma chata, a propósito. E Faustão me faz lembrar de Marininha assistindo TV comigo e zoando dele, assim como eu faço todo domingo.
4. Novelas - adoUUUro - e meu lado pirracenta-chata fica louca pra ouvir alguém dizer: "nossa, Rosana, cê gosta de novela?", só pra eu responder: "gosto sim, e daí, cê tem alguma coisa com isso, paga minhas contas ?vai pra puta que pariu" (choro de rir hahaha e uso essas pessoas e respostas como catarse).
5. Sr. Brasil, com Rolando Boldrin. Porque, minhas gentes eu sou, juro: "eu sou caipira, Pirapora Nossa Senhora de Aparecida, ilumina a mina escura e funda o trem da minha vidaaaaaaaa..."
quinta-feira, 10 de junho de 2010
"H"onestamente? João Doria, cê tá demitido
Apesar de já ter passado um tempinho, inda tô com aquele Doria intalado na minha queixo opppss...goela. Na boa, a quem ele pensa que enganou o programa todo?
Não sou a melhor analista do Aprendiz, nem a mais ou menos, sou bem medíocre nesse aspecto, mas mesmo assim gosto de dar meus pitacos.
Pensei tudo muito parecido com o que Scully dizia em seu blog: sobre o apresentador virar um assistencialista; sobre vergonha alheia (como tive vergonha alheia daquele homem, meu Deus); sobre o horror na sala de reuniões, antes tão excelente com o Justus e virou a pior parte do programa; sobre as provas ridículas e mais algumas coisas.
Não me lembro se li no blog de Scully sobre as tais frases feitas. Meus Deus, como tenho preguiça de frases feitas!!! E as "palestras" do João-cara-de-bobo-doria eram só frases feitas, incoerentes e soltas assim, do nada, sem nenhum contexto. Ele ditava o que queria ouvir, na verdade...
Li, no blog Demitidas, numa entrevista antes do programa começar, isso aqui: "sou uma pessoa calma e procuro ser justo. O momento de demissão já e uma situação difícil, não precisa ser feita com humilhação, mas de forma construtiva, para que a pessoa transforme seus erros em acertos futuros." haushauhhs faz-me rir, Joãozinho-patetinha-mão-no-queixo-bobo.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Sou mais o Zé
*O que é aquele homem, o mais novo amor dela, minhas gentes? O tal Cesinha do Acordeom??? O sujeito inda toca e cantaaaa. Minha Santa Camomila, traga meus sais!!!!
No mais estou indo embora... no mais estou indo embora...
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
N de nadismo
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
E o programa Bossa Nova????
sábado, 30 de agosto de 2008
Isso não vai prestar...
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Do "Museu da Pessoa"
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Assunto popular
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quarta-feira, 5 de março de 2008
De sonhos
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sábado, 22 de dezembro de 2007
Deleite...
Eu me dei um presente de Natal, daqueles insuperáveis, inesquecíveis. sábado, 1 de dezembro de 2007
Bom demaisssss!!!
Uma homenagem ao Djavan.
A Luiza Possi arrasou cantando três canções, principalmente “Eu te devoro”.
E o cara inda diz que não é poeta. Se fosse???
"Teus sinais
Me confundem
Da cabeça aos pés
Mas por dentro
Eu te devoro
Teu olhar
Não me diz exato
Quem tu és
Mesmo assim
Eu te devoro...
Te devoraria
A qualquer preço
Porque te ignoro
Te conheço
Quando chove ou
quando faz frio
Noutro plano
Te devoraria
Tal Caetano
A Leonardo di Caprio...
É um milagre
Tudo que Deus criou
Pensando em você
Fez a Via-Láctea
Fez os dinossauros
Sem pensar em nada
Fez a minha vida
E te deu
Sem contar os dias
Que me faz morrer
Sem saber de ti
Jogado à solidão
Mas se quer saber
Se eu quero outra vida
Não! Não!
Eu quero mesmo é viver
Pra esperar, esperar
Devorar você...
Meu viver
É esperar você!"
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