terça-feira, 11 de agosto de 2015
Sina
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Impressões sobre "Paula"
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| Edições Bestbolso (urgghh) |
Comecei a ler Paula em 2 de outubro de 2011 e terminei ontem à noite, dia 30. Pensando bem, foi um tempo razoável levando em conta que estou atarefadíssima, tempo curto pra quem leu poucas vezes sentada à mesa ou na cama (jeitos mais confortáveis pra ler), e a maior parte do tempo, no trono. E olha... ler no trono é para os fortes, convenhamos...
De Isabel Allende eu conhecia - confesso - só o sobrenome e o filme "A casa dos espíritos" que já assisti e não me recordo quase nada. Quero rever, porque me deu vontade. Como me deu vontade de ler todas as obras de Isabel Allende.
Se alguém tiver pensando em algo pra me dar de aniversário, fica a dica (hô hô hô - mas não em edições pobres como essa que comprei, por favor rô rô rô).
Uma das coisas que mais gostei no livro de Isabel foi o jeito dela narrar a história de sua filha Paula, que ficou em coma, vítima de uma doença muito da estranha, inclusive o nome: porfiria. Isabel tem meu jeito de narrar as coisas (calma aí, gente, não estou dizendo que narro bem, como ela). Ela dá mil voltas pra chegar onde quer chegar e no meio das voltas conta outros casos. Ela se volta às lembranças da infância, juventude e vida adulta e faz várias narrações dentre de outra narração, se é que vocês me entendem. Amo isso!!
É muito bom dar voltas, sobretudo pra quem dá, sacumé? Nem sempre quem ouve ou lê gosta, mas quem escreve ou fala, ama. Eu amo as voltas dos outros, também. Desde que consistentes.
Paula é um livro triste, mas não tão triste como Carolzinha me disse ser ou que eu pensei ser. Mesmo a própria Isabel e outras pessoas afirmando que é tudo real, algo me diz que a autora deu umas viajadas dentre dessas viagens. Eu gosto e aprovo (petulância mandou lembranças...rs)
Esse é o tipo de livro que eu deveria ter lido com uma caneta por perto, mas não fiz isso e me arrependi. Tem uma passagem que Isabel fala sobre esperança e que eu queria deixar registrado. Procurei rapidinho agora e não achei. Também estou com muita pressa. Quando eu achar, eu deixo pra quem [?] quiser ler.
Isabel conta em Paula a história de uma jovem que viveu pouco tempo, sabendo que viveria esse tempo curto e que, talvez por isso, ou não... rs viveu intensamente; Paula teve uma vida plena, a meu ver, desde a infância até a morte (e conto sim, que ela morreu, uai... fiquei numa esperança que ela se salvasse... rs). Paula viveu cercada da família, e segura com tanto afeto. Teve um amor de verdade para além da morte, viveu cercada de histórias e esperanças de um mundo melhor. Lindo!!!
Paula me fez ter mais vontade ainda de ler outros livros - não só de Isabel Allende, como também de ler outras biografias ou autobiografias. Eu aprecio muito histórias reais. Creio que o enredo de algumas vidas é muito, mas muito melhor e mais instigante do que a melhor das histórias inventadas. Talvez seja porque eu gosto de gente. Gente real!!
Agorinha mesmo, retirei de minha estante [?] a autobiografia de Ágatha Christie, um livro que comprei há 555 mil anos, num tempo que comecei a não ter mais tempo e fui deixando pra lá. Limpei a poeira dele e abri pra ver se tinha uma data de aquisição, pelo menos. Tinha não! Mas tenho quase certeza que eu o comprei na época do nascimento de Laurinha, um pouco antes ou um pouco depois. Não importa. O que importa é que na primeira frase da primeira parte do livro, Ágatha escreveu assim: "Uma das melhores coisas que nos podem acontecer na vida é ter uma infância feliz. Eu tive uma infância feliz."
Promete, porque olha, livros que gosto não precisam ser necessariamente tristes, bastam ter conteúdo.
* Preciso contar que Carolzinha me disse, aliás, que ao ler o livro se lembrou de mim e não sabia exatamente o porquê... essa foi a indicação maior
quarta-feira, 9 de março de 2011
Elas zanzando...
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Cinquenta e cinco canções: a minha trilha sonora
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Quarenta e oito pessoas admiráveis
18. Irmã Dulce - uma santa cuti cuti.
32. Nelson Mandela - como assim um homem fica não sei quantos anos preso e depois vira um líder mundial?
35. Papa João Paulo II - Sem comentários: um santo.
O que escrevi ao lado de cada um dos nomes é a lembrança mais imediata desses admiráveis, por isso, tão primário... desculpaêê.
Mas ó cliclem nos nomes de cada um deles e saberão mais sobre... Espero.
sábado, 4 de setembro de 2010
Noves fora zero: do que eu não tenho
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
De aniversário, saúde, amigos e blablablásss
Porém uma desconstruçãozinha, às vezes, é necessária. E essa desconstrução não se refere só ao título, mas à dissecação do mesmo: começar do pior pro melhor é mais interessante, creio.
Dos dias que fiquei sem postar (com abecedário terminado: tamanha breguice...rs) quis falar de tudo isso: de aniversário, de amigos, de saúde (ausência dela) e blablablásss.
Dentre os blablablás existentes um deles foi o responsável pela não minha vinda aqui no Outras: desânimo total. Uma coisa impressionante!!! Creio que consequência do mal-estar que senti na sexta-feira. Ou vice-versa. Talvez o mal-estar tenha sido consequência do tal desânimo. E o desânimo consequência do inferno astral (outro blablablá não menos importante nem menos ruim).
Sexta-feira vi minha vó pela greta, digamos assim. Nó, que mal eu passei. Minha sorte (já que num horário de estágio de Laurinha) foi a Marininha estar aqui e, assim, ela cuidou de chamar tia pra me levar pro hospital. Pro pronto-socorro. Agora, dá licença!!! Se fosse pra morrer, em decorrência da demora no atendimento, eu morreria. Irritante!! E o diagnóstico? Te deram algum diagnóstico? Porque pra mim téhojenumseiquêquieutive...
Mais saúde ruim e blablabláss? Não, chega!
Coisa melhor desse mundo de meu Deus é amor de amigo. Incluo nesse amor de amigo o amor de minhas filhas, irmãos e familiares todos. Tantos... e tão presentes nesses dias de pré (vide foto, do dia 15, com Laurinha, Dindinha, eu, Luana, Marininha e Clarinha sentadinha), de aniversário e de pós-aniversário.
Eu amoooo fazer aniversário!!! A impressão que tenho é que todos que se dirigem a mim (no real ou virtual), estão com boas intenções. Há aqueles que deixam uns recadinhos no orkut estilo: esse-recado-eu-uso-pra-todo-mundo-tá-bom-pra-você?, que eu não gosto muito e deleto logo. Mas mesmo esses não agem pensando ruim da gente. Então, energia boa eu recebo mesmo. E sinto.
Recebi diversos telefonemas que nem serão destacados aqui porque fica uma coisa chata, pedante e desnecessária. Mas um foi atípico: ex-colega de Ensino Médio (minhas gentes, mais de 30 anos isso...) ouviu meu nome na Rádio (deve ter sido coisa de Denise... hehe) e me ligou. Bacana!
Do meu aniversário inda tô colhendo frutos. Podem continuar me mandando presentes que recebo de boa, com até 30 dias de atraso, tá minhas gentes? E aqueles que fizeram o favor de esquecer minha data eu já dei uma cutucadinha com e-mails e mensagens no celular (tá, eu não presto...rs).
E do meu aniversário eu já ganhei dois posts lindos no Guaraná com Canudinho. O primeiro deles foi de minha Laurinha. Ela fez a declaração de amor mais linda desse mundo. O segundo foi de Rafa, meu filhote, que usou os dois neurônios (ele vai me xingar, mas tudo bem... perco o filhote, mas não perco a piada) e fez um post inteiro intercalando, nos parágrafos todos, váriassss canções compostas ou interpretadas por Caetano, meu ídolo maior.
Como não sou nada humilde ainda espero pra hoje e sexta-feira, quiçá sábado, mais outros posts pra euzinha aqui. Mereço! Ah, espero presentes também: dindim na minha conta, mais sabonetes deliciosos (ganhei duas caixas...rs), qualquer diamantezinho tá valendo.
É isso, minhas gentes. Vou mandar pra pqp os males da saúde, os blablablás ruins e ficar só com os amigos, presentes, telefonemas, e-mails, torpedos... e blablabláss bons!
Saúde!!
.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
"M"arcio e Mario
Acabei (leia-se, ontem, por volta de 16 horas) de receber pelos correios uma delícia de poema do Mario Quintana ilustrado por Marcio Junqueira, um querido amigo que conheci no Obra em Progresso, do Caetano Veloso.
A nossa amizade (minha e de Marcio) está em construção, é daquelas que tem tudo pra dar certo, torço muito pra que isso aconteça.
Marcio é carinhoso, atencioso demais, é daqueles que manda textos e carta pra gente, mas pelos correios, entendem? Adoro gente nova que gosta de escrever cartas, dessas que se escreviam no meu tempo.
O poema de Mario Quintana é "O autorretrato (do tempo em que autorretrato não tinha hífen).
Adoro Mario Quintana!!
Uma vez, no Natal de 1999, ganhei uma "agenda poética" com fragmentos só dele e essa agenda me serve pra tanta coisa; eu a uso, com constância, desde 2000.
Eis o autorretrato de Marcio e o poema de Mario.
O auto-retrato*No retrato que me faço
-traço a traço -
às vezes me pinto nuvem
às vezes me pinto árvore...
Às vezes me pinto coisas
de que nem há mais lembrança...
ou coisas que não existem
mas que um dia existirão...
E, desta lida, em que busco
- pouco a pouco -
minha eterna semelhança
,
No final, que restará?
um desenho de criança...
terminado por um louco!
*assim, com hífen, bem original...
domingo, 9 de agosto de 2009
Do que gosto messsmo
Da comida: com cebola
Da leitura: textos bons
Da mesa: café e quitanda
Da sobremesa: chocolate e sorvete
Das bebidas: água e café
Das cantoras: Elis Regina
Das cores: a vermelha
Das manias: cor de prendedor igual cor da roupa no varal
Das músicas: Amor de índio
Das ordens: a alfabética
Das qualidades: a inteligência e o senso de humor
Do dia da semana: as quintas
Do lazer: a conversa
Dos cantores: Caetano Veloso
Dos carinhos: o abraço
Dos filmes: de suspense
Dos meses: novembro e maio
Dos números: os múltiplos de cinco
Texto sujeito a complementação
sexta-feira, 26 de junho de 2009
E não houve mais tempo...
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Ela veio? Ela está aqui?
Até que finalmente chegou o dia 16 de maio, dia tão esperado pra que um de meus poucos grandes sonhos se realizasse.
Confesso que fiquei ansiosa o dia inteirinho. Sai com meu irmão mais velho, cunhada e filha pra almoçar, mas não conseguia me distrair muito bem. Ligava pra meu irmão mais novo pra dizer que eu já estava na Capital e também falar um pouco de Caetano, e nada do telefone da casa dele atender. Eu necessitava dizer do show, do blog, do Caê... já que, de certa forma, esse meu outro irmão acompanhava o Obra em Progresso. Ele seria, portanto, a pessoa ideal pra uma troca de ideias; mesmo não sendo fã de Caê, como eu.
Mas sobrou tudo pra minha Marininha que ficou do meu lado o tempo todo tadinha. Ela sofreu com minhas falas intermináveis: “ai, nem acredito que vai ser hoje”; “será que terei a oportunidade de entrar no camarim?”; “como ele irá me tratar?”; “pelo amor de Deus, Marina, se entrarmos no camarim e eu abraçar Caetano, quero uma foto desse abraço, fique esperta” “quero muito me encontrar com Labi também, pois com ela certamente vejo Caetano, além deu conhecer uma das pessoas mais inteligentes do blog” “será que ele lembrará que eu participava do blog?” Minha fala tava sacal reconheço e confesso, mas inevitável também.
Se pudesse eu ficava naquele camarim o resto da noite, mas precisava ser sensata e, assim, tentei ser rápida porque lá tava muito quente e eu preocupada com o tombo dele, cansaço, essas coisas...
Tiramos mais umas fotos dele conversando com todos; com o colega do blog e dele com outra moça, cuja máquina havia estragado naquela hora (tadinha, coisa mais fatal).
Foi tudo muito surreal. A cada tempo que paro pra lembrar eu me recordo de um sinal, um gesto, um sorriso e de como meu coração tava acelerado.
Apesar de não ter encontrado Labi amei essa noite. Demasiadamente.
Jamais esquecerei. Sem mais palavras.

