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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Tá bão não!!!

Tanta coisa quis escrever nesse tempo ausente. Há tantos rascunhos esperando um sim... e não é a primeira vez que falo deles. Que seja a última. Bons de serem desprezados, já que não passados a limpo.

Da última vez que postei no Dona, pra hoje, virei sexagenária, minhas gentes. Idosa! Mereço respeito, portanto. 

Fisicamente não mudou muita coisa. Aliás, minto, tô bem melhor que tava no início dos meus cinquenta. Bem mais goxxxtosa, porque saudável. Emocionalmente falando sinto-me melhor também, pois  me amando mais e mais segura de que sou uma pessoa do bem, boa companhia, bem-humorada, divertida, humilde haha e boUUUa de serviço. Aliás, muito boUUUa de serviço. Só que né? Pra muitos sou cara. E é disso que eu quero falar.

Falar da minha senzala, dos que querem meu trabalho, mas não querem pagar o que estipulo. Dos que não entendem que vivo disso. Quero dizer das coisas que estão ainda emperradas e me irritando a cada dia mais, porque parece que ninguém entende: o valor da minha competência. 

Há quem questione o valor da minha senzala e isso me irrita num grau. Só que ao mesmo tempo há os que melhoram de vida, de vida financeira, a propósito, em decorrência dela. Muitos trabalhos que ajusto, resultam na conclusão de uma especialização, mestrado, doutorado. E isso dá retorno financeiro aos moços e moças que querem meus pitacos, meus ajustes. 

Eu sempre uso o termo ajustar trabalhos porque não me considero uma revisora. Revisora significa, pra mim, uma pessoa exímia em português. E eu não sou!! Tenho essa consciência. Mas sou estudiosa e sei pescar erros crassos num texto acadêmico. As palavras "exímia" e "crassos" foram utilizadas só pra provar procês que tenho um bom vocabulário, entenderam? hahahaha Não uso no blog porque não quero!!  Então, a minha senzala envolve revisão dos escritinhos, assim, do jeito que sei, formatação e, principalmente and lindamente, um olhar clínico pra ver se o texto acadêmico é, de fato, um texto científico. Se o texto atende à ciência, se tem método, objetivo, etc., etc... sabem do que falo? Essa é a minha excelência; é nesse aspecto que sou boUUUa, que faço a diferença. Sou bem mais que uma "ajustadeira de texto", sou, de fato, uma orientadora. E esse meu trabalho tem um valor que ó... não queiram saber. Ou queiram.

Depois que passei a encaminhar, ao possível cliente, o valor desse meu trabalho revestido num documento "métodos e valores de trabalhos", as coisas têm melhorado para mim, não vou negar, porque esse documento vira pente fino e elimino, de cara, quem não me dá valor e sabe que não dá. 

Tirei as quintas-feiras para estudar e melhorar, mais ainda, a qualidade da minha senzala.Tenho aqui, pertinho de mim, cinco novos livros esperando para serem destrinchados, mas pintou um desânimo grande nessas duas últimas semanas de merda: não obtive respostas para alguns orçamentos e para um dos que recebi retorno a resposta foi: "...achei muito caro, obrigadO". Cacete, sabe nem escrever obrigada, você é mulher e deveria escrever obrigada. Até isso eu ensino nos meus ajustes, minhas gentes. Eu corrijo e explico TUDO. E me pergunto: que preço dariam para o meu trabalho se fossem, esses clientes a valorá-los? Pagariam quanto por página ajustada? Centavos? À merda!!!

Atualmente estou num trabalho grande, árduo, que vai me tomar ainda um bom pedaço de dezembro; tenho dois agendados para fevereiro. Em janeiro quero férias. Vou tirar. Devo fazer uma cirurgia, inclusive, que não me permitirá trabalhar por uns dias. aí aproveito e fico janeiro à toa.

E quem sabe nessas férias pinta uma ideia para outro tipo de trabalho? Se bem que... na verdade, quero e preciso mesmo é ganhar minhas ações que estão na justiçazzzzz ou me aposentar, má fui agendar no INSS e só vou ser atendidazzzzz

Enquanto isso, finalizo 2015 aturando gente vomitando coisas no que tenho de melhor a oferecer como profissional: minha senzala maravilhosa. Gente vomitando que ela é cara. É? Faça você mesma sua besta!  Implorando um "faz mais barato". FAÇO NÃO, cacete, FAÇO NÃO!!! Insinuando favorzinho do tipo "dá só uma lidinha, Rosana." DOU NÃO, tormento, DOU NÃO!!!
Tá bão não!!! Má ainda bem que a Banca é minha!!

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Um ano de liberdade, mas ouvindo merda

De julho de 2012 a julho de 2013
Esse post é sobre o que decidi para meus cabelos e, também, sobre o que ouço e penso a respeito do que ouço sobre os atuais cabelos que carrego.

Há um ano, em 18 de julho de 2012, quando cortei meus cabelos bem curtinho decidi não mais pintá-los. Como me arrependi, meu Deus!!

Não, não de deixá-los brancos, mas de não assumi-los uns dez anos atrás ou quinze...

Comecei a ter cabelos brancos bem nova. Aos trinta e poucos anos eu já tinha bastante deles povoando minha cabeleira. E eles se destacavam dos demais, pois sempre tive os cabelos muito pretos.

No início da brancura eu usava henna e eles ficavam belíssimos: alguns cabelos meio dourados misturados aos milhões de pretos. Lindimais. Lembrando que a vida toda fui convencida no quesito cabelo, porque eles sempre foram lindos. Desculpaêê quem tem cabelo sem cor definida (branco é cor definida, ok?), sem balanço e sem brilho. Nunca foi meu caso (sim, tenho cinco anos... hehehe)

Mas logo os branquinhos foram ganhando espaço e henna não resolvia mais nada. Foi quando começou a maior indecência de minha vida: tinta nos cabelos. Isso não é coisa de Deus!!!

Não há nesse mundo de meu Deus nada pior que pintar cabelos. Ahhh, há sim: fazer sobrancelhas com pinça. Esqueci dessa outra merda. Depilo corpo todo - incluindo as sobrancelhas - mas não quero pintar cabelos. E por mais de quinze anos eu vivi esse inferno: comprar tinta, achar alguém para fazer isso ou eu mesma me aventurar nessa saga. Comigo ainda tinha um porém: não me contentava com tinta qualquer. É que fiquei pobre, mas não fiquei burra, tão me entendendo?

Aqui em casa quando falei em deixar de pintar os cabelos houve uma ligeira e clara rejeição por parte das minhas meninas. Hoje não, hoje Laurinha e Marininha continuam me amando e me admirando e achando que tô bem. Apesar dos aiiiiii mãe, não quero, ai mamita, vai ficar feio e mimimis, liguei nada para elas. A decisão era só minha mesmo. E fiquei matutando essa ideia por um bom tempo: cerca de um ano.

Eis que na noite de 18 de julho de 2012 eu cortei minha juba bem curtinha com essa finalidade: deixar tudo branquinho.

Me dei bem com essa decisão desde o início. Mas como não sou radical eu dizia: vou deixar branco, por enquanto, se eu não gostar, pinto de novo. No fundo eu sabia que ia gostar.

Nunca tive medo de me parecer velha diante dos outros. Nunca me preocupei muito com as opiniões alheias.

Geeeeeenteeeeeee, eu me casei de óóóóóculos em 1979. Cês têm ideia do que foi esse evento? E caguei geral pro povo que torceu nariz para mim. A mim, me bastava saber que o então, maior interessado no casório, não se importava. E ele me deu maior força. Obrigada, Dedé... sempre!!

Então, deixar cabelo branco sem tinta seria fichinha para mim. Foi fichinha. O que pegou mesmo não foi o que o outro pensava, mas o que o outro falava. O outro não, né? As outras. Bicho estranho é mulher. Owww!!! Cada merda que ouvi e ouço ainda que dá para organizar um compêndio: como reagir às opiniões nada a ver de mulheres babacas.

Cabelo branco jamais vai representar, para mim, velhice. Velhice é outra coisa. Enquanto eu tiver o coração jovem (soou brega, hahahah mas juro que tenho) e a mente aberta para mudanças eu vou me sentir jovem. E dar risadas de quem me critica e se prende a um pacote de tinta se achando mais bonita e moderna.

O mais engraçado de tudo que ouço são frases iguais ou similares a esta: "por que você não faz como eu e pinta os seus cabelos, eu uso essa tintazzzzzzz." Dependendo de minha disposição eu pergunto: "mas você jura que tem tinta para cabelos?" ou apenas olho aquele cabelo horroroso com um feixe branco no centro, sem vida, sem brilho, sem balança e rio, internamente. Ou não hahahaha...

Nessas horas eu não sou velha nada, eu fico, inclusive, com cinco anos porque só sei pensar: "enquanto seu cabelo tá pintado e feio o meu tá sem tinta, com brilho, com volume e lindo."

E viva os cabelos sem tintura e sem essa ditadura imposta pela sociedade. Às minhas amigas eu recomendo o abandono das tinturas e a liberdade. Àquelas que desejam continuar pintando dou maior apoio, mas recomendo uma coisinha: se for para me criticar traga seu cabelo muito bem pintado e, de preferência, bonito.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Carta aos moderninhos alienados


Vocês me veem travestida de moderninha virtual, não é? Até sou sabe? Gosto do moderno. Sou ligada em internet e estou em quase todas as redes; vide Dona da Banca, por exemplo. Viver sem celular e as possibilidades de sms a todo instante, não tem mais como. Também penso assim... como vocês.

Mas, por outro lado, sou antigona. Gosto de conversar com quem conversa comigo, olho no olho. Foi assim que eu aprendi. Foi assim que ensinei. É assim que eu gosto e não abro mão. E... não consigo acompanhar essa "modernidade" de vocês que nunca estão presentes; estão sempre alienados no que se refere à afetividade. É como percebo esses nossos contatos.  

Vocês, meus queridos, são tão moderninhos... mas vivem com um pé fora do momento/lugar onde estão fisicamente. Vocês querem estar em todos os lugares. O dia que descobrirem que não estão em nenhum... que vazio sentirão. Mas ó, estarei por aqui para acolhê-los.

Que agonia eu tenho de cumprimentar vocês que erguem a cabeça para um sorriso, um oi, quiçá um abraço e voltam os olhos para o teclado do celular e os dedos para as teclas do aparelho.

E vocês não estão comigo quando estão, sabem? Só que não estão também naquele lugar para onde dirigem a atenção. E o que é pior, se vocês estivessem naquele "evento" que estão de olho agora, estariam, sem sombra de dúvida, vasculhando fotos de outro qualquer... sem vivenciar, com intensidade, nenhum deles.

É tudo muito raso quando nos encontramos. As conversas são rasas, pois interrompidas a todo instante por aquele novo comentário no facebook, o tweet engraçado, a nova foto no instagram – daquela perua – da perua que vocês seguem.  Não há base nas nossas conversas e elas estão fadadas ao fracasso.

Fico imaginando o que se passa na cabeça de vocês. Faço uma ideia e posso até errar, mas por pouco. Quase certeza do caos, desordenação e estranheza que há dentro delas. Mas... e o que se passa no coração de vocês? Não sei, mas tenho vontade de saber. Em algum momento do dia o aparelho acaba a bateria. Na hora do banho, por exemplo? Não devem levar o celular para o banho... devem? O que pensam nessas horas? Sobre o quê refletem? Refletem??

Tenho birra dessa situação em que me vejo "usada" por vocês que estão conversando comigo e ligados noutras situações. Tenho birra de todos que agem dessa forma perto de mim. E não me venham com essa de que: "hoje é assim, todo mundo faz desse jeito." Todos erradinhos.

Eu aqui, sozinha em minha casa, sou mais companhia de mim do que vocês que vêm me visitar ligados a um celular, um tablet, um aphone, um apmerda.

Querem saber? Dispenso suas companhias. Caso queiram conversar comigo, temos twitter, facebook para isso né? Mas querem dizer algo confidencial? Ué, para isso temos facebook  e as mensagens inbox. Caso eu não esteja conversando com ninguém aqui, cara a cara, ou comigo mesma, respondo vocês rapidinho. Por que sabem? Na atualidade vocês são mais carinhosos e presentes quando estão distante.

E o portão de minha casa continuará fechado para vocês que são, assim, tão ligadinhos nessa modernidade. Cansei de nossas conversas rasas, sacumé??? Vão atualizar todos esses programinhas e até o próximo sms, tweet, comentário ou foto...

Beijos, dos virtuais...


Obs.: em maio de 2009 eu reclamava, neste post, do uso indevido do celular. Nem imaginava que a coisa ia piorar des tanto. 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Dos palpiteiros virtuais...

A internet tem me mostrado um monte de coisas em relação às pessoas e ao comportamento que elas têm com a vida alheia. Nada tããoo diferente do que percebo na vida real; a diferença está no número elevado de palpiteiros virtuais - bem maior do que os reais - e na intensidade que as coisas chegam até a minha digníssima pessoa. Na imposição.

Há quem diga que se alguém está numa rede social, está no play e, se está, tem que saber brincar. Não concordo com a intensidade e imposição dessa assertiva. Como se houvesse uma regra única para que todos usem o "play". Concordo nunca!!!

É possível identificar nas redes sociais quem é desagradável por natureza, quem se esforça para ser desagradável com determinada pessoa, quem é gentil, quem se esforça para ser mais gentil... Isso tudo é possível, assim como na vida real. É possível - veeejaaam-sóóó-queee-booom - separar os intrometidos dos que sabem verdadeiramente brincar.

O play existe, a brincadeira existe, mas por que as regras precisam ser dispostas pelos mais desagradáveis? Por quê??? Se alguém conseguir justificar essa "teoria" com bons argumentos, com embasamento indiscutível, com fundamentação científica (oi senzala intelectual!!) eu saio do play.

Até que alguém me prove essa teoria fajuta (jura que vai?) continuo acreditando que as redes sociais - sobretudo o facebook - refletem, de algum modo, o que as pessoas são na realidade. Digo de "algum modo" porque nem sempre os que dizem tudo numa rede social, dizem tudo na cara do outro, na vida real. Normalmente esses "corajosos" que, nas redes sociais, expõem com ênfase pontos de vistas ridículos, que se metem em conversa alheia,  que "impõem sugestões" sem serem requisitados, que têm sempre uma crítica na ponta do dedo que digita monte de merda, não fazem o mesmo na vida real. Não fazem porque são uns cagões que se enchem de coragem apenas longe do 'objeto' que pretendem atingir. Afinal, tête-à-tête raros são os corajosos. Afinal, na vida real não se faz tudo que se pensa e deseja. Ninguém é tão insano assim!!!

Se compararmos a vida real com a virtual... tudo cai por água abaixo. Basta observar...

Há quem entre em casas alheias - façam uma analogia com os murais alheios do facebook - e sente vontade de dizer que nossa mesa é feia, que a parede está descascada, que você está estranho e mal vestido, que seu cabelo não ficou  bom - tá branco e com cabelo branco você é infeliz e não tem namorado -, que seus medos são ridículos, que você não pode matar uma bruxa porque não se mata uma bruxa, pois é bichinho  inofensivo (urgghh)... que... que... Há quem sente vontade de dizer tudo isso, mas não diz. Não diz por uma questão bem simples: sabem que nem tudo pode ser dito, sabem que não têm nada a ver com a vida do outro, sabem que não é de bom-tom. Claro que esses babacas não se seguram de vez em quando e soltam merda. Mas é bem de vez em quando e são poucos os que fazem isso longe de um computador.

Mas se na vida real essas pessoas se aquietam por precaução, educação, falta de coragem ou seja lá o que for, sentem-se, infelizmente, poderosas num teclado qualquer, distante do objeto de ofensa e dizem tudo o que querem, sem um pingo de bom senso. E olha que estou me referindo a "amigos da rede".

Nenhuma forma de convivência - virtual ou real - justifica invadir a vida do outro, dar palpite, se meter onde não é chamado, criticar a posição do outro, criticar e achar solução para medos alheios, assim, num comentário e sem ser requisitado. Não é porque alguém está no nosso facebook que pode dizer tudo que pensa. Não é porque alguém foi convidado para entrar na nossa casa que pode abrir a nossa geladeira e criticar o que comemos; abrir o guarda-roupas e rir do que vestimos; ouvir nossos medos e determinar que precisamos de terapia sem saber nosso histórico nessa área.

As pessoas perdem a noção. Quer dizer, não perdem, elas não têm. Só que na vida real essa identificação é mais demorada. Mas detrás de uma máquina são bem corajosos. No fundo, no fundo, são uns cagões, repito.

Tenho aprendido muito isso na internet, sobretudo por meio do meu facebook. Não tenho gostado.

Tanto na vida real, como na virtual ninguém é obrigado a concordar com tudo que somos, pensamos e vivemos, mas também ninguém precisa dizer que não concorda com nosso jeito de ser/pensar/agir, sobretudo, se não é solicitado. Se o facebook tivesse como objetivo incentivar debates e discórdias haveria uma opção de "descurtir" para os chatos de plantão.

Na minha forma de entender as redes virtuais são para unir as pessoas: conhecidos, amigos e parentes; são meios de entretenimento em que cada um dita a regra da sua brincadeira; no caso do facebook: as regras do próprio mural.

Não são vocês, palpiteiros virtuais, que vão dar o tom da minha brincadeira. Nem da de ninguém. Bora tomar tenência????

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Carta a quem não pedi opinião

Perder algumas rédeas da minha vida não tem me feito muito bem. Depender dos outros, então, é um caos para mim. Nunca vou me acostumar, nem que eu viva mais meio século. Meu sonho? Sair dessa esparrela e ter sempre como pagar.

A cada ano que passa aumenta o número de pessoas que se acham no direito de conduzir minhas coisas, minhas decisões, minhas falas, meu jeito de me comportar. Atribuo tudo isso à minha incompetência econômica. Só pode!!!. Quando eu era mais tranquila nessa área era como se eu pagasse para que ninguém me incomodasse. Eu não fazia nada, na verdade, só não dependida de ninguém e isso, por si só, impunha respeito. Penso que é meio por aí.

Uma vida financeira mais tranquila não só impõe respeito como sugere silêncio de quem não tem nada com a vida do outro. Agora... é só começar a derrapar nessa área que inúmeros seres de outros planetas vêm com tudo. Acham que podem tudo. E não podem. Nem aqueles que me ajudam, podem. É o que eu penso. O engraçado é que justamente os que mais me auxiliam são os que menos se metem na minha vida. E eles sabem quase tudo do que passo, do que sofro e choro.

Com outras mudanças surgindo em minha vida - via vida de filha pequena, que vai melhorar e fazer sucesso, se Deus quiser - já começaram e sinto que prosseguirão os: "eu acho isso", "se eu fosse você". Vocês não acham nada!!!!! Vocês não são eu!!!!! Não quero nenhuma opinião para a minha vida. Exceto as que eu pedir. E eu sei a quem pedir, caso peça.

Façam então o favor de ficarem cada um no seu canto e caso eu precise, chamarei um a um, ou só um, ou dois, ou mil. Tranquilis???
Eu chamo!!! Eu peço!!!
 

sábado, 10 de março de 2012

Exercitando o desapego.. e não só

Se tem algo que me irrita, também, porque há várias coisas que me irritam, é alguém me sugerir o tal "desapego".
Perder meus e-mails no início do ano (aguardem post sobre tal fato, com estatísticas das categorias de respostas que recebi, quando implorei recuperação de alguns e-mails importantes) não foi uma coisa muito feliz. Mas agora, depois de ter esperado, por mais de um ano, uma estante que ganhei, mas não levei, para colocar meus livros e deixá-los bonitinhos na minha sala de TV, resolvi dar uma faxina num dos armários que tenho aqui na sala do meu micro e neles colocar revistas e outros documentos que tenho noutra estante. Ou seja, hoje resolvi dar uma reorganizada nas minhas coisas e pra isso vou jogar porrada de papéis de trabalhos que faço e que tenho guardado há anos (sim, tenho a doença de guardar papéis).
Só que dentre esses papéis meus há alguns de clientes e não só de clientes. Documentos, até. Há livros. Vários livros. E vou jogá-los todos fora. Vou mesmo. Tirando os objetos de duas clientes cuti cuti que tenho, o resto tudo vai pro limbo.
Afinal, ninguém tem pensado muito em mim. Me dão presente e não dão (porra, ganhei duas vezes a tal estante e nenhuma das pessoas que me deu, me deu, pode???), me tiram o sossego sem dó nem piedade, hora deu dar o troco. Tô me lixando. Vou exercitar o desapego com muito prazer. Mandei ninguém me sugerir esse trem. Obedeci.
E sim, vou exercitar muito mais que o desapego. E você que é feio???

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Nunca de tédio

Eu poderia morrer nos dois últimos MÊS de 2011, porque não foi fácil, ou neste primeiro mês de 2012, porque não está sendo fácil.
Poderia morrer de agonia ou de tristeza; de estresse ou de cansaço mental e físico; de tanta desorganização e desentendimento; de falta de paciência e de dinheiro; de perder e quebrar coisas; de atender cliente chato e desconfiado; de ter que provar a todo instante que quem manda nesse galinheiro aqui, sou eu. Eu poderia morrer de TUDO isso, nunca de tédio.
Que me venham dias mais calmos, porque no fundo, no fundo, quero mais é que o mundo acabe num barranco. Pra eu morrer escorada.

Beijos, Brasil, beijos Bial!!!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Do que não gosto

Não gosto de pia suja nem de copo molhado; de roupa mal lavada nem de roupa com pluma.
Não gosto de comida salgada nem de bebida muito doce; de cerveja quente nem de café frio.
Não gosto de boca amanhecida nem de gente que arrota alto; de gente que fede nem de gente que grita.
Não gosto de telemarketing nem de gerundismo; de ofertas milagrosas nem de conversa decorada.
Não gosto de ficar devendo nem de gente que não me paga; de esperar nem de chegar atrasada.
Não gosto de surpresas nem de buzina; de gente que bate porta nem de gente que chega de mansinho.
De gente que se acha íntimo? Não, não é que eu não goste: detesto!!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Ágatha, Mônica e blog

Há um mês não posto aqui. Hoje completo 56 anos e um mês. Que bonito!!!!!!! Só que ao contrário.
E eu que pensava essa idade pra mim mais pra aposentada do que pra "ocupada". E cadê que posso?

Estou eu, final de ano, rateando mais que carro da década de 60, sem tempo pra continuar a biografia da Ágatha Christie, pra ler as revistinhas da turma da Mônica (presente mais tudibão que ganho do meu irmão César há alguns anos e... nunca houve tantos pacotes fechados e guardados), sem tempo pra criar séries, prosseguir as começadas ou postar qualquer outra joça por aqui.

Alguém poderia fazer uma vaquinha e me dar dinheiro de Natal para eu ficar um mês à toa? Quem topa? Só assim eu descanso, viro gente e volto ao meu livro, às minhas revistinhas e ao Outras Trilhas. Só assim!!!
Ou vocês pensam que eu sou feliz trabalhando desse tanto? ãhãnnn...

Falando em trabalho preciso terminar de lavar umas roupas ali no tanque e depois ir pra mesa da copa iniciar leitura de um novo trabalho da senzala intelectual, pra quinta da semana que vem. Que bonito!!!!!!

Até qualquer hora. Agora e por esses últimos dias eu tô muito neLvosa, tal qual o Cebolinha... Aliás, eu tô um cão!!!

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Quando começa o mau humor?

Tenho ficado ausente do Outras trilhas. Não gosto, mas também não tenho tido nenhuma ideia interessante, a não ser a ideia de postar as minha impressões do dia. Mas ó... ninguém me leria e eu seria a primeira a me dar baixa.
Além de extremamente cansada eu venho atravessando uma fase de "do nada" ficar mal-humorada. Tento entender o "porquê" disso e nada de encontrar respostas.

Fico o dia inteiro sozinha em casa trabalhando feito uma louca e até bem disposta, concentrada. Eu gosto de ficar só, não me aborrece. Gosto do meu trabalho, de verdade, apesar de reclamar dos clientes chatos.
Ligo o som do micro bem baixinho e nado no cantor ou cantora "bola da vez" (agora tô de Almir Sater, mas sou volúvel e mudo de paixão - de Amy Winehouse a Marcelo Camelo).

Aí tô eu trabalhando numa boa e de repente vem monte de símbolos $$$$ na minha cabeça pensante e preocupante e começo a me perder. A partir daí, meio que desencapo o fio da paciência ou do bom humor, mas só desencapo, não fico tão mal-humorada, vou levando. Mas sei que depois desse fio desencapado tudo pode acontecer.

E aí basta um telefonema imbecil e a vontade que me dá é atravessar o fio do telefone e estrangular quem tá do outro lado da linha e me diz pérolas como: "não precisa corrigir 'essas coisa' de português já que o orientador não viu mesmo. Fica mais barato, né? Pode só formatar" ou "mas para você ver o que eu preciso, não pode ser em outro lugar? Eu tenho que ir aí na suuuuuuua casa?"
Respiro fundo e mando mais ou menos, assim, ao primeiro: "Só trabalho se for desse jeito. E cobro pra isso. Se não quiser, te devolvo o arquivo e faça você mesmo" e pra outra madame eu respondo: "claro que tem que vir na minha casa para eu te atender, pois se é aqui que eu trabalho". Respondo isso, mas com vontade de falar outras coisas que né? Blog família, convenhamos...

E a partir daí meu humor cai desesperadamente. Não há Almir Sater que dê jeito.

Imaginem só eu contando todo dia casos parecidos com esses? Nem eu vou me aguentar.

Além disso há, ainda, a construção ao lado de minha casa, basicamente dentro de minha garagem, que não acaba nunca e suja tudo por aqui; a minha amada ajudante que adoeceu e não pôde vir, me sobrando roupa pra lavar e casa pra arrumar; o meu cabelo que tá estilo Maria Madalena arrependida e eu não acho hora pra cortar nem pra pintar... coisinhas chatas que me tiram o bom humor e a beleza (hô hô hô).


E no mais dizem que entrei no meu inferno astral. Já tava com um pé lá faz tempo. Dia 16 será que passa? Tomara, mereço esse presente. Enquanto isso vou me perguntando: quando é mesmo que começa o meu mau humor?
Se eu descobrir conto procês. De boa!!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Cobranças: um mal desnecessário

hahahaha daqui a imagem
Olha, ando boa não!!!!!
Parece o Benedito. Tempo de muito trabalho, mas muito mesmo. Graças a Deus!!! Mas é cobrança pra todo lado.
Comecei nesse meu "ministério" em 2000 e, mais acentuadamente, a partir de 2002. Ou seja: tempo suficiente para processar tudo e chegar à seguinte conclusão: quanto mais um cliente me cobra o trabalho, menos competente ele é. Na bucha!!!
Os mais sábios, são os que têm, também, por incrível que pareça, orientadores bons (uma coisa puxa a outra, é impressionante...) e são os que menos me torram a paciência.
Como proceder? Pedir um currículo antes de começar os trabalhos? Fazer um teste de conhecimentos específicos? Pedir referências? É um tiro no escuro. Cansada!!

E como se não bastasse, a cobrança "trabalhística", vem nega me cobrar um convite que não fiz para vir tomar meu cafezinho. Sou obrigada??? Se não foi convidada foi, exatamente, por quê? Por quê? Um cafezinho pra quem acertar.
Na boa? Não existe mal maior do que cobrança. Ela me provoca um "ímpio" além da conta. Me vejo protagonista do filme um dia de fúria. Juro!

Os namorados mais chatos que tive na vida foram aqueles que mais me cobravam. ÓdEo define!!!

A gente cobra de quem é sem vergonha. Cobra dinheiro,  compromisso, horário, promessas, lealdade. Pra tudo isso, sempre fui muito correta. Ao banco onde devo, não há cobranças. Ele vem e me toma toda a grana. Sem pedir licença!!! É de direito, pode não parecer, mas é.

Olha, quem quer algo de mim, merece e tem direitos é só ficar de boa que já já o que é seu, te dou; mas não me cobra não. Combinado???

E ó, foda-se se quem ler isso aqui se sentir ofendido. Só não me venham com outro tipo de cobrança. Combinado de novo? (Minhas amadas irmãs credoras - as de sangue - nosso caso é diferente: eu devo, não nego. Pago não sei quando... hauashauashasuhsuahsuhs)  
. 

domingo, 4 de setembro de 2011

Toda erradinha: uma catarse

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O mês de agosto acabou. Pensei que nunca mais... mas a minha apatia adquirida no agosto deste ano não foi embora. Ainda.

Uma preguiça absurda de continuar minha série de nomes, mesmo com intenção de retornar algumas letras, porque tem gente querida de quem quero ainda falar: Abadia, Caísa, Camila, Eunice, Gabriel, Genis, Heloisa, Leonardo, Lilian, Lucas, Luís, Mariana, Milena, Nayara, Núbia, Paulo, Pedro e tantos outros nomes.
Uma preguiça absurda de trabalhar nas senzalas da vida. De ler textos de amigos para opinar; de postar aqui e no Guaraná. De ler e-mails de clientes, então. E responder? Nem se fala. E hoje, domingo, vou responder não. Nem a pau!!

Tenho sentido cada dia mais saudades do tempo em que eu tirava férias convencionais. Há pessoas que reclamam de patrões. É que não sabem o quanto é difícil trabalhar por conta própria.
Quando eu era empregada eu era feliz e sabia. Adorava ser bancária. Não sai de meu emprego fixo porque fui inconsequente. Quem me conhece bem sabe todos os motivos. Claro que sai impulsionada pelo maldito PDV. Mas não só...

Não posso dizer que me arrependi porque não havia escolha para mim. Mesmo que agora um ou outro me diga: você poderia... Poderia o cacete!!! O cacete!!!! Não havia uma quinta opção. Eram quatro e, as quatro, inviáveis.

Definitivamente eu não nasci para não ter salário fixo, não ter férias convencionais, não ter aposentadoria comum, não ter segurança.
Estou vivendo a vida toda erradinha, de um jeito que nunca planejei; nunca sonhei viver. O último sonho que tive em relação a essa questão, foi de que passaria em outro concurso. E olha que estudei pra burro, por mais de cinco anos. Não passei. Estudei pra burro, repito. Burra sou? Desisti. E muito por falta de tempo pra me dedicar. Se tenho tempo não tenho grana. Sacumé? Preciso trabalhar, por isso não tenho tempo. É uma roda, sem fim.

Quando vejo pessoas traçando o futuro de uma forma tão certa, como eu sempre tracei, tenho reações que vêm de dentro pra fora e me provocam arrepios de arrepiar que vê os meus... Bato na madeira e peço a Deus que esse futuro desejado se complete - se for um querido. Se for quem não gosto, parece que peço a mesma coisa. Não me lembro de ter desejado o mesmo pra ninguém. Ainda. Mas como não sou dessas de dizer e acreditar que "não desejo isso nem pro meu inimigo". O cacete de novo!!! Ao inimigo, tudo!!! De ruim. É que tenho poucos desafetos... por isso não tive oportunidade, ainda, de não bater na madeira para eles. Sou santa não!!!

Enfim, o que quero dizer aqui no meu blog, de forma toda erradinha, confusa e sem direito a revisão, é que darei por encerrada, por ora, a série de nomes. E você anônimo que me torra o saco reclamando da minha falta de ideias, o cacete também.
Vem ser guerreiro sem salário fixo, sem férias convencionais, sem laser bacana, sem poder nunca dizer: hoje não vou arrumar casa, não vou fazer comida, não vou olhar esse texto, não vou colocar essa coisa nas normas. Vem ser guerreiro com esse seu mau humor e com a vida que levo. Dará conta nem por um dia.

Por que ó, o que me resta ainda, nessa vida tão erradinha, sem trabalho fixo, sem férias convencionais, sem grana é meu bom humor. E minhas filhas. E minha família. E meus amigos.

Eita que tenho algumas coisas bastante interessantes... Agora é prosseguir: sem grana, sem férias, sem nexo e sem sexo (sem sexo é porque não posso perder a piada, tá bom? Quer dizer, não conto, não conto e não conto, se é mesmo piada... hauahauhsuahsa).

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Bilhete pra você, palerma

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Você me conhecia de verdade e, olha, sou muito daquela, ainda.
Acontece que você parou de me ler na página quarenta e pouco; depois dela tem muito mais...

terça-feira, 10 de maio de 2011

Fátima: mulher perfeita

Origem do nome Fátima: árabe
Características: você é intuitiva, pensadora e não olha para a vida pelo aspecto material. Não se prende a regras ultrapassadas. É admirada pelo sua lealdade e desejo de paz.
Fonte: aqui - em observação.

Desculpaêê, Fátima Bernardes, sua linda!!! Você é minha ídolA amada salve, salve, mas ó, a sua xará aqui referenciada num é coisa boa.

Bom, a sujeita era minha amiga, amiga mesmo, confidente e tal. Pelas mãos dela eu comprava: meias, cuecas, camisas e similares para o então, bofe da época. Enfeitei o cara, por intermédio dela pra que os dois, juntos, me botassem um belo enfeite na testa.
Este post é, portanto, uma homenagem a todas as piranhas que passaram pela vida do meu marido enquanto ele era meu marido. E pela vida de meus outros amores, enquanto eles eram meus amores. Ou seja, este post é dedicado às SAFADAS!!!

E não me venham com nhen-nhen-nhens dizendo que sou rancorosa e tal. Quer saber? Lembro pouco, pouquíssimo, é passado, mas quando me lembro tenho raiva sim, ímpio, a bem da verdade.

Mulher perfeita - vamos combinar que o significado desse nome é bastante interessante, eu diria que é um significado desejado por todas e todos. Agora, perfeita pra quê??? Várias possibilidades. Deixo em aberto.

Você é intuitiva - hummm, digamos que sim, essa então teve bastante intuição inclusive de que eu seria uma boa fonte de informação. Mas intuitiva mesmo fui eu, porque ninguém precisou me contar o bafão!!!

Pensadora - sai pra lá filósofa.

...e não olha a vida pelo aspecto material. Olha não, né? Ãhãn, Fátima, senta lá! Quem foi que me disse que descartava quem a impedisse de ter coisas como um bom carro, uma boa casa, uma boa conta no Banco?

Não se prende a regras ultrapassadas - claro que não, mole pra pessoa destruir um casamentozinho, né? Um daqui, outro de Patrocínio, outro de não sei mais onde: sa-fa-da!!

É admirada pela sua lealdade - PASSO!!

... e desejo de paz - admirada pela sorte de trombar com quem gosta de paz.

Acrescento: sorriso angelical e voz meiga, muito meiga meigalinha... hauahaushs Ai que eu não resisto!!!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Aparecida: religiosa

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Origem do nome Aparecida: latina.
Características: Você é generosa, sensível e participa de trabalhos coletivos. É arrebatada e dinâmica em tudo que faz. Por ser bem-sucedida sempre ajuda quem precisa sem medo que lhe falte algo.
(fonte: aqui, em obs.)

Aparecida, é quase uma santa, vamos combinar. E aqui vou tecer comentários de três, entre tantas, Aparecidas que fazem ou fizeram parte de minha vida. Uma já faleceu... que Deus a tenha.
Pausa para momento confissão/revelação sobre quem é uma das Aparecidas referenciadas: EU. Arrááá, um ou outro não sabia desse babado, né? Mas então, eu me chamo Rosana Aparecida, sacaram? Mas ai de quem fizer gracinha e ficar me chamando de Aparecida ou Cidinha, de agora pra frente. Se eu quisesse ser chamada de Rosana Aparecida eu mesma anunciava esse querer. Então, recolham-se às suas insignificâncias (sempre desejei escrever "recolha-se à sua insignificância"... iurúúú) e continuem com o Rosana Tibúrcio que tá de bom tamanho.
Acrescento, por minha conta e risco, uma característica não tão positiva, desse nome: tolerância zero. Não falo só por mim. As duas outras Aparecidas - por muito tempo melhores amigas de minha vida - sempre tiveram estopim curto, também... Cuidem-se!!!
Sou Aparecida sim, mas e você que se chama Ramona, Fábia, Cremilda? Uhhh, tomou!!!!


Deixando a criancice de lado e voltando ao momento científico e culto da série em questão, vou destrinchar esse meu nomito. 
Por partes, tal qual o Jack.
Generosa, sim somos, as três Aparecidas referenciadas nesse post. Abro um parêntese pra informar que minha intenção é falar de quem conheço ou penso conhecer bem nessa minha nova série (adoUUUro esses detalhes quase solenes).
Voltando... nossa vida, das três Aparecidas, sempre foi ajudar os outros, cuidar, fazer favores. Sovinice nunca fez parte de nosso caráter. Nós somos "dadas" (damos mais que chuchu na serra... hauahauhs).
Sensível, também, somos. Propaganda de margarida é temática dolorosa, por vezes
Agora, trabalhos coletivos. Eu não participo de trabalhos coletivos (até na faculdade eu preferia trabalho individual hahaha), apesar de desejar, não movimento uma palha pra altruísmo social. Das outras duas não sei nada sobre esse detalhe, pode ser...
Arrebatada! MedA. É... é a nossa cara. O tal ímpeto que por aqui é ímpio é uma constante... Sai da frente que lá vamos nós...
Dinâmica - somos também. Uma dessas Aparecidas foi minha colega no primeiro emprego e no curso de Pedagogia; a outra foi minha colega no ensino médio. Sei do que falo.
Por ser bem-sucedida - peraí que vou rir um pouco - ajuda quem precisa. Eu pelo menos passei bem longe  de ser bem-sucedida. Na época que era, ajudava sim, com gosto. A que foi minha colega de serviço é... e merece ser. Fui ano passado na casa dela em Bsb. e percebi in loco esse sucesso profissional da minha amiga. Tudo de bom.
A outra, nos momentos de sucesso profissional, também, ajudava a todos, sem medo de ser feliz.


Acrescentaria, ainda, outras características - aquelas mais negativas e que não vendem quadros personalizados - que somos todas, muito ciumentas, noveneiras, cheias de manias (hahahahaus então, foi daqui que vieram esses tocs todos), organizadas, dominadoras, repressoras, corretas nos compromissos financeiros e sem muita paciência com gente preguiçosa e nhem nhem nhem.  

Aparecida: religiosa (??) só se pelas novenas todas que sempre gostamos de fazer. Haja promessa, sacrifício, porque no mais... sei não!!
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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Pro pau que nasce torto, pau nele

foto de Laura Reis


Todo mundo, num ou noutro aspecto, é "pau que nasce torto", convenhamos.
São tantos pensamentos, ações e desejos que carregamos de forma imutável e que, por vezes, apesar de não ser, consideramos bonito. Incluo, nesse sentido, as minhas inúmeras manias; apesar de considerar que elas não incomodam demasiadamente as pessoas. 
Mas... quando o pau torto cutuca o outro, torra a paciência de qualquer santo, é hora de alguém mudar. Se não muda o pau, que mudemos nós.


Tratar agora do meu incômodo atual e, espero, definitivamente enterrado. 
Há anos tenho uma amiga que amo de paixão e ela tem uma empresa que me serviu inúmeras vezes, infinitas vezes... só que o pau torto que há por lá me incomodava desde sempre. É como se a empresa tivesse uma norma além da honestidade e competência, digamos assim; há honestidade e competência no serviço que oferecem. Porém, há sempre um porém, a banda podre vem revestida da 'embromação'. É meio que uma lei instituída por eles: a gente fala que vai, mas não vai e jamais os motivos serão explicados ou justificados. Quem quiser que nos procure de novo, e de novo, e de novo. 
E assim a tal empresa caminha nesses tempos em que só faz sucesso de verdade quem, além de honesto e competente, é responsável. Porque marcar e não cumprir é irresponsabilidade.


Há umas três semanas questionei junto a uma funcionária que "captou" direitinho a missão da empresa sobre isso de "fazer hora com a minha cara"... e ó, momento Rosana rodando a baiana foi pra lá de ridículo. Há anos eu não perdia o equilíbrio emocional como perdi nesse dia: xinguei; falei alto ao telefone; dei murro na parede; disse todos os palavrões que conhecia; enumerei, de A a Z, sem disfarce, tudo o que pensava a respeito da forma com que eles atendem os "amigos" - dirá os não amigos. Rodei a baiana meeesmo, sem medo de ser feliz.


Pulamos então para sexta-feira da semana passada, dia primeiro de abril. Liguei e disse que algo meu já tinha chegado da assistência técnica de outra cidade e que eu precisava de alguém para instalar um acessório. Se havia como fazerem isso pra mim o mais rápido possível. A secretária que atende ao telefone me disse: "Rô, fulano vai atender três pessoas agora à tarde, pode ser depois?" Eu respondi: "claro, mas se não der pra vir, pode fazer o favor de me avisar?" "Claro!!!!"
Você veio? Você avisou que não vinha? Bom, era primeiro de abril, né? Dia da mentira... talvez...
Claro que não liguei de volta, nem morta. E ontem, respirei fundo, entrei em contato com um amigo do meu sobrinho que faz o serviço que eu precisava. Marcamos pras 18horas. Ele veio; trabalhou; estipulou o valor do serviço; paguei e pronto!!! 
O pau é torto, nasceu torto e torto morrerá... mas eu bem posso desviar de suas cutucadas, certo? Que alívio quando isso ocorre. Quero mais disso pra mim, pra vida toda, se possível...


E nessa de não esperar mais ninguém pra que resolvam o que me prometem resolver, vou ligar pra um "bombeiro" vir aqui trocar a torneira da pia de minha cozinha... 
E daqui uns dias eu pego o dinheiro de um desses trabalhos que surgirão (ontem apareceram dois futuros clientes) e mando fazer a estante da minha sala de TV. Estante que eu ganhei, não recebi e não receberei nunca, por certo.
Estou realmente disposta a desviar desses "paus tortos", tenho tolerância  mais não, pois é melhor pagar um desconhecido do que eu achar que vou receber algo com preço menor ou de graça de um conhecido, "amigo". 
Nada é tão mais caro do que se descobrir uma palhaça em mãos alheias, do que perder a paciência... 


Detalhe: pra receber pagamento ou pegar algo como empréstimo as mesmas pessoas que me irritavam com essa irresponsabilidade, levam menos de meia hora pra chegar aqui em casa. O "tal peso, tal medida"... 
E assim caminham os embromadores. Eu quero mais é ficar longe desse povo, no que se refere à prestação de serviços. 
Em relação à amizade levo de boa, apesar de não entender esse comportamento. Mas quem disse que todos precisam ser como eu? Pros de casa, pros amigos tudo que faço é pra ontem... mas isso é papo pra outro post...


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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Aos retardatários

Vou morrer sem entender o ser humano, mas assim, quem souber me explicar, explica, vou achar bom.
Andei num perrengue enorme em relação à minha casa. Com tudo acabando e sem ninguém pra me ajudar. Até que ganhei uma reforma de presente e tô super feliz. 
A bagunça que está, ainda, na casa é uma coisa que cês não estão entendendo, mas vivo no céu. Dizem os meninos que sou a "patroinha" melhor do mundo, pois não estresso com nada e não fico impaciente com a sujeira que eles fazem. É verdade... mas isso - dos meninos e eu - é papo  pra um outro post. Aguardem!!!
Agora quero dizer é dessas gentes sem noção que ficam dando palpite em tudo. É cada coisa que ouço que... nem conto. Só conto que termino a conversa chata, mais ou menos assim: ué, se você pagar eu arrumo o que tá me sugerindo. Vai pagar???
Fácil "ajudar" quando já estou recebendo ajuda, né? Quero ver é quando estou só, de verdade, como muitas vezes estive; quando só peço a mão pra atravessar a rua... (como já relatei noutros posts).
Portanto, você que vem só quando a tempestade passou eu digo: cai fora que na minha vida não tem lugar pra gente retardatária e/ou retardada. Grata!!!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Reforma na vida

E muito do que me angustiava era reflexo da casa. Da casa que aos poucos foi deixando de ser acolhedora (digo acolhedora de piso, parede e teto, pois noutros aspectos sempre será, porque sou) e foi se tornando insegura, feia.
E ganhei uma reforma. Ganhei do meu pai, porque minha irmã contou meus perrengues pra ele e minha outra irmã arrumou pedreiro bom e honesto. 
Ganhamos, minhas filhas e eu: do teto que virava torneira aberta em dias de chuva, ao piso que provocava os tropeções e os "fedaputabucetacapeta" consequências de sangue e dor... A vida num tava fácil não seujão...
E já sem esperança nenhuma pra esse 2011 eis que tudo fica claro, e claro em meio à poeira, ao barulho incessante, aos espirros sem fim, aos cof cof cof da vida, aos mil copos pra lavar e trezentos cafés pra fazer (nem gosto...rs), tô eu toda feliz.
E como se não bastasse, pensando ontem em pedir sugestões à minha comadre (a que vivenciou a história do "ímpio") sobre onde colocar minha biblioteca, do nada ela me liga hoje, vem aqui e, além das sugestões excelentes, vai mandar fazer pra mim uma estante de fora a fora pra eu colocar meus livros, tv e afins (me dar de presente, sacaram?). E esta minha sala que mais me angustiava, vai ficar lindona, com os livros todos, espaço, claridade, pois as estantes antigas vão pro limbo e, ainda, com as minhas lindas almofadas, única coisa boa que atualmente tenho lá e que ganhei de presente do meu irmão há uns três anos, se não me engano e que não posso deixar de citar, por que né? Elas foram e são responsáveis por inúmeros sorrisos... 
E com essa reforma já me sinto com vida igual, porque o que já joguei de coisas imprestáveis fora, cês não estão entendendo, inclusive os pensamentos ruins. Agora é só amor, Brasil!!!! 
minha quase ex-sala de tv/biblioteca - aguardem a nova 

A esperança existe, minhas gentes... podem acreditar!  Aproveito e dou uma sugestão assim, de graça, pois sou muito boUUUa: lista de presentes dá certo, por que né? A impressora eu ganhei do meu outro irmão e agora a reforma da casa... Quer saber? Tô de boa com esses, o que vier agora é lucro; ou seja, cês podem me dar uma viagem à Paratí, um... uma... ( tá, continuo não prestando...hauahuahs).

Obs.: melhor família do mundo é a minha.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Do conselho que ficou pra trás

De forma imperdoável deixei pra trás uma dica importantíssima quando de meu post "Cinquenta conselhos de presente", da série55. Esse conselho é quase uma regra de bom comportamento...
Lá vai: quando alguém desabafar com você algo muito ruim, ruim ou não muito bom, escute cuidadosamente. Se compreendeu o ocorrido, diga que entende a pessoa e pergunte se você pode fazer algo para amenizar aquele sofrimento ou tristeza. 
Vem cá: você acredita realmente que dizer para uma pessoa que teve a casa arrombada e que ficou sem uma série de objetos valorosos, que a prima da cunhada do irmão do colega de serviço teve o celular e a jaqueta surrupiados por um pivete? 
Ãhãn, Claudia, senta lá!!!!! 
O pedaço mais difícil é o que a gente vive. Exemplos piores [?] de nada servem. Prestenção e aprenda a viver owww zémané!!!

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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Tá de sacanagem comigo 2011???

O ano de 2011 tá de sacanagem comigo, né possível. 
Vejam vocês: não fiz nenhuma daquelas listas que faço desde não sei quando - vide este post aqui -  mas pedi muito, mas muito mesmo que ele fosse melhor que 2010, por que né? Oww aninho do cão, pra não dizer de outro, porque me contaram que palavras atraem... e blablabláss

Pra começo de conversa eu bem queria e quis ficar sozinha: um encontro comigo mesma (hauahauahsua). E fiquei. Marina voltou pra terra dos homens e Laurinha foi com ela.

Mas fiquei tão só que não achei uma alma viva pra fazer um mísero chá pra mim, porque euzinha aqui inventei de ficar gripada, mas muito gripada, e gripada eu não presto, quem me conhece já sabe.
Havia até comprado uma lata de sorvete pra tomar sem que a filha pequena - repressora-mor da minha vida -  me torrasse o saco. Você tomou? 

Ah, falei que não havia feito nenhuma promessa? Minto, eu disse a mim mesma que evitaria reclamar da vida. Até comecei bem o dia 1º, pois minha irmã me mandou uma mensagem pra avisar alguma coisa e me perguntou se eu estava bem... eu "respondia" que não, que tava com febre e blablabláss... Só que veio aquele clarão com essa promessa e apaguei a mensagem, afinal... alôuuu Rosaninha, tem palavra não? Me senti o máximo respondendo, de forma definitiva, dizendo que tava tudo bem, tudo ótimo, feliz 2011 e blablabláss. Cresci, até melhorei. 

Acontece que aí, minhas gentes, no que fui abrir a janela da sala de TV que dá pra garagem... o que vejo??? Pedaços do teto de minha garagem no chão. Ah, mas antes preciso contar que a chuva da noite do dia 31 pra dia 1º encharcou (usar essa palavra porque ela é muito feia e feia tava a situação) o quarto de Laurinha e a sala de TV... 

Mas enfim.... depois de deparar com pedaços do teto (num tem buraco que dá pra ver o céu não, bom esclarecer o tamanho do drama) no chão eu nem quis mandar outra mensagem, fiz foi ligar mesmo, reclamar assim: com voz... 

Mais um dia, mais outro, mais cof cof, mais chuva e eis que ontem, já melhor de saúde, recebo a visita de meu primeiro afilhado. Fiquei fazendo praça pra ele, mulher e filho pequeno. Fiz aquele meu delicioso café, porque faz parte. Ele cisma de ver fotos em álbuns que tenho em cima de uma das estantes da sala TV. E aí???? Mo-lha-dos... Putzzzzz!!! Um verdadeiro caos.

Agora tô eu aqui, comemorando a merreca do 2011, com álbuns espalhados pela casa, latinhas de sorvete e panos no chão, resto de teto ainda sem varrer, por que cabeça dói ao abaixar e jogar onde? 

Enquanto isso, vem gente me contar que fulano ficou com guarda-roupas molhados, sicrano com a cozinha inundanda, beltrano com a  bundinha num sei o quê... Ahhh, gente, a maior merda é sempre a minha, pois é nela que vivo... 
Afora o que vejo de gente dizendo e escrevendo por aí: que chuvinha gostosa. Gostosa o caralho...

Bem-vindo 2011, mas toma tenência e para de sacanagem comigo, preciso trabalhar e dormir em paz, então vê se leva minha dor de cabeça e tosse, essa chuva e substitua por um milhão de reais que minha vida estará bem resolvida.

E não venham me dizer que dinheiro não traz felicidade que cês vão saber de um bom lugar para vivenciarem essa "plenitude". 
E ó, hoje estou me sentindo a dona do Te amo, porra, a Patrícia, minha ídolA... Tanto que encerro esse meu post/desabafo dizendo, assim como ela muitas vezes diz, e eu entendo bem o porquê: "Essa é a minha vida, Brasil"...