sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Justeza e similares

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Tenho pensando muito, atualmente, no que é correto ou não: na justeza.
Justeza que é uma palavra feia, mas escolhida por mim a dedo, como se essa "feiura" pudesse representar a não vivência dela.
Toda e qualquer injustiça é ridícula: as culturais, as involuntárias, as maldosas, as antiéticas.
Em um tempo mais distante, pais permitiam e facilitavam a ida de filhos para os grandes centros: estudar numa faculdade melhor; as filhas ficavam no interior e cursavam lá os cursos que a cidadezinha oferecia. Quem teve futuro promissor? Olha aí a injustiça cultural ai gritando. E alto.
Pais que oferecem o melhor pro primeiro filho: comida, roupa, lazer, cultura. Se eles têm mais de um filho e o orçamento familiar continua o mesmo, o que sobra pros outros? Vítimas da injustiça involuntária; ou não... (tem gente que não sabe o que é camisinha, anticoncepcional... sascoisa, provocam a injustiça burra, mas isso é papo pra outro post...rs).
Mãe adoece, tem mais de um filho e só um cuida dela com zelo, justamente o que sempre cuidou, a vida toda. E um deles, depois de visitas constantes e calorosas, assim do nada, se acha no direito de "ficar de mal" e deixar tudo nas costas do irmão cuidador - de uma vida toda, bom repetir. Maldade pura, injustiça dos ruins de coração. Tenho muito medo dessa falta de justeza que ora especifico.
Das injustiças antiéticas? Só abrir jornal, ligar TV, acessar internet que ela tá estampada em cada uma dessas mídias. E são de toda sorte (sorte?!?): é político enchendo meia de chu$$é (não resisti...rs); são pontes e estradas às ruínas, pois mal construídas em virtude de suborno e superfaturamento; são “movimentos” derrubando laranjais em nome da justeza (tenho nojo de MST e afins, confesso).
Por certo, já que nos outros exemplos todos citei pais, família, esses desequilibrados antiéticos são todos filhos de chocadeira, uns belíssimos filhos da mãe. Porém, há sempre um porém... rs creio que um ou outro pode ter sido criado com justeza, só que nasceram com DNA podre e contagioso... Aí não há pai e mãe justos, exemplos equilibrados que deem jeito neles.
Na falta de justeza que bate à nossa porta, muitas vezes não há remédio que cure... é rezar e pedir pra Deus tomar conta...
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5 comentários:

Eliane F.C.Lima disse...

Oi, Rosana,
Gostei de seu blogue (aportuguesei o termo, como uma amiga)tão simples, falando como todo mundo. E o sorrisão simpático à beça da foto.
Faço literatura em três espaços:
http://literaturaemvida2.blogspot.com;http://conto-gotas.blog.spot.com (posto meus contos);http://poemavida.blogspot.com (ali meus poemas).
Querendo, vá até lá. Veja a seção "Comentando..." no primeiro blogue.
Abraço grande aqui do Rio de Janeiro,
Eliane F.C.Lima

Juliana Pires disse...

É verdade, nosso mundo está cheio de injustiças em todas as áreas que existem!

Beijos

Helô disse...

Não acho a palavra feia, mas forte.
Bjs

Rosana Tibúrcio disse...

Olha visitas novas: Eliane e Juliana E, uma delas, professora de literatura deu de cara com errão de concordância que retifiquei agora: vergonha... haushaus
Inglês num rola...rs
HeLôôô!!

Rafael Freitas disse...

E Deus é justo!
Sorte!

PS. Adorei o "chu$$é. haha