domingo, 12 de setembro de 2010

Onze de setembro é para sempre...


Onze de setembro de 2001 é marcante pra todo mundo.
Quase impossível alguém não se lembrar, exatamente, onde estava, com quem e o que fazia quando soube daquela calamidade.
Eu me recordo que havia chegado mais cedo da faculdade; estava no meu quarto, quando o telefone tocou. Era meu namorado na época, que gritava desesperado (o que não era, propriamente, uma novidade... mas isso seria papo pra outro post, que me recuso a fazer, aliás...) ao telefone dizendo mais ou menos assim: ligue a TV agora e veja o que está acontecendo em Nova York.
Sem nada entender, "obedeci"...
Ao ver a primeira cena - do segundo avião batendo na torre - senti uma vertigem na hora. Chamei quem estava na casa (a ajudante e não me recordo se as duas filhas ou só a Marina) e foi aquele bafafá. Fomos pra sala de TV e, naquele resto do dia, ninguém fez mais nada nessa casa...
Sempre quis muito que fosse tudo mentira... e ontem, assistindo ao filme que passou na Globo, vendo Laurinha chorar com as cenas e sufoco dos policiais, fiquei pensando no quanto deve ser triste e sem graça fazer aniversário em onze de setembro. É ficar sempre em segundo plano.
Onze de setembro pra aniversariante é – guardada as devidas proporções – ser coadjuvante, como se é em 25 de dezembro; só que o Natal indica renovação, esperança, fé e mais infinitas coisas boas...
Por outro lado, onze de setembro é negro, mau, pavoroso e, para sempre... Pena!

4 comentários:

Helô disse...

Com certeza, minha boa amiga, todos se lembram de onde estavam e o que faziam no momento. Quando vi a cena que você descreveu pensei: É o começo da terceira guerra! Foi realmente chocante. Paz pra você. Bj.

Taffarel Brant . disse...

Embora tenha acontecido há tanto tempo, ainda me recordo como se fosse ontem. Beijo, Rô!

Divagações, pão e circo disse...

Ainda bem que sou de 12 de setembro, o Day After.... rsss
O meu dia é a prova de que o mundo continuou, apesar de tudo... beijo

Laura Reis disse...

lembro que cheguei no colégio e a nay, ainda no primeiro ou segundo ano de amizade, comentou rindo muito disso e eu fiquei muito queta e essa foi a primeira vez que nos constrangimos mutuamente.


ps.: chorei muito mesmo com esse filme. pqp