domingo, 11 de janeiro de 2009

K de Kyara

No "vem que cabe":Wesley, Kyara, Rodrigo, Nina, Núbia, Laura, Lizandre e Everson

E ontem na casa de Kyara eu dizia desse blog aqui e da bobeirinha que inventei em titular cada post, a partir do dia primeiro de janeiro, seguindo a ordem do alfabeto e, que hoje, a letra do dia seria a "cá". E o que falar da letra K? Eu, de frente pra ela perguntei. Aráááá, eureca!
E ontem numa noite atípica de sábado, fomos para casa de Kyara (leia-se Pedro e D'águia... rs), reencontrá-los depois de muito tempo que não os visitava. Pedro veio nos buscar, a mim e as meninas, para uma lasanha preparada pela D'águia.
O pai de Kyara é irmão de Dedé, o já famoso - aqui pro blog e para vários amigos - meu ex-marido. Kyara e seus irmãos Everson e Núbia, são meus sobrinhos. Para sobrinhos eu não falo ex e serei, para toda a vida, a Tia: a original, inclusive (tá, eu continuo não prestando... hehe).

No "quase caem em cima dele": Everson, Kyara, Nina, Laurinha e Nubinha

Quando os meninos eram pequenos, nós nos frequentávamos muito. E nos Natais, vários deles, passávamos todos aqui na minha casa. Temos excelentes lembranças desse tempo. E o tempo, infelizmente, nos separou um pouco. Mas nada que uma lasanha não resolva... rs Lasanha? Que me perdoe a D´águia, mãe de Kyara (é preciso frisar a letrinha cá... hehe), mas a lasanha, apesar de muito gostosa, não foi o prato principal.
O prato principal foi esse reencontro de alegria; casos contados (a maioria deles pela minha grandona Marina); histórias relembradas; risadas infinitas e inúmeras fotos, claro.
Aliás, assim que chegamos, ainda na sala, era conversa pra todo lado, cada um queria falar mais que o outro (leia-se, agora com imensa propriedade, Kyara e Marina), mas também, Nubinha, Everson, D´águia e eu, não ficávamos pra trás. Mais caladinhas eram só a Laurinha e Lizandre (esposa de Everson).
Não posso esquecer também dos outros homens ali presentes, que até falavam um tiquim: Pedro, Rodrigo (marido de Kyara); Wesley (namorado de Núbia) e Tio Oscar (pai de D’águia). Foi um fuzuê, dos bons!

No "me dá o bracinho aqui": Kyara, eu, Nubinha, D'guia, Nina, Laurinha e os chifrinhos

Por volta de meia-noite eu propus ficar para o café da manhã, mas quando sugeriram os restos da lasanha com café eu desisti... (tá, brincadeirinha). Ocorre que, a letra cá, de kakaka foi devidamente preenchida com o que há de melhor: nada como o carinho de sobrinhos tão maravilhosos como esses meninos. E é pra todo o sempre, haja o que houver e mesmo que não nos encontremos muito, a impressão é – pra quem se gosta, assim como nós nos gostamos – que o último dia que nos vimos foi ontem...
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4 comentários:

Flávia Jorge disse...

q delícia tudo isso Rosana...
e família é família sempre, principalmente qdo se tem pessoas assim, tão entrosadas...
bjao de fim de domingo...

Grupo de Apoio 3 TEMPOS disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Lsreis disse...

foi faaaaaanta, daí.

rafa disse...

Tudo pela família!
Mas ainda acho que a sra deveria falar sobre risadas: kkkkkkkkkkkkkkk.
rs